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Mais empregos: Grupo ARG busca Sistema FAEMG para criar centro de capacitação em São João da Ponte

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O Grupo ARG, proprietário das Fazendas Santa Mônica e Santa Terezinha, unidades de confinamento de animais de corte em São João da Ponte, e o Sistema FAEMG/SENAR/INAES estão a caminho de fechar uma parceria para a criação de um centro de capacitação de mão de obra no município, contribuindo para qualificar os funcionários da fazenda e para a geração de empregos na região.

A conversa foi feita durante reunião após a visita técnica do superintendente do SENAR MINAS, Christiano Nascif, e do gerente regional de Montes Claros, Dirceu Martins, à Fazenda Santa Mônica, onde a empresa cria gado Angus em confinamento e mantém áreas de plantio irrigadas por pivôs para produção de silagem para os animais. Os gestores foram recebidos pelo assessor de relações institucionais do Grupo ARG, Antônio Reis, e pela gerente de Recursos Humanos Priscilla Bhering. Além do gado, as fazendas também criam ovinos e peixes para abate. 

O presidente do Sindicato dos produtores Rurais de São João da Ponte, Antônio Edilson Nobre, e a mobilizadora Sandra Gusmão Nobre, além do secretário de Agricultura do município, Erivelton Cordeiro, o consultor Edvaldo Marques Araújo e o gerente geral da Fazenda Santa Mônica, Geraldo Sales Lana, também acompanharam as atividades. 

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Futuro do agro

Parceria SENAR MINAS e Grupo ARG vai construir centro de capacitação em São João da Ponte (MG)
Sistema integrado pecuária-floresta na Fazenda Santa Mônica, com criação de gado Angus em plantação de eucalipto

Antônio Reis acredita que a conversa marca um importante início de uma parceria maior, com vistas ao futuro centro de formação de mão de obra. “Ele será voltado para atender as necessidades do complexo e tem como atender o futuro da cadeia produtiva do agro na nossa região. O SENAR já tem um know how muito grande no segmento e com certeza vai acelerar muito nosso objetivo e nossos projetos na localidade”, diz.

“Em um projeto grandioso como esse, que tem toda a sustentabilidade técnica, ambiental, econômica e social, é fundamental que o Sistema FAEMG/SENAR/INAES esteja junto em todos os níveis, contando com o apoio do município e do sindicato rural”, afirma Christiano Nascif. Ele aponta que a entidade pode atuar junto ao Grupo ARG em assistência técnica e gerencial, formação profissional rural, aceleração de exportações, rastreabilidade, certificações e também com inovação, através de startups. “Como o Sistema está investindo nessa linha de se aproximar mais dos produtores com soluções inovadoras e sustentáveis para o agro mineiro, esse passo é ainda mais importante”, finaliza.

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Importância para a região

Para Erivelton Cordeiro, o principal benefício da parceria é a geração de empregos. “Esse é um projeto que deu e está dando certo aqui, as parcerias com o Grupo ARG e com o SENAR contribuem muito para essa missão de gerar empregos”, analisa. “O Grupo ARG é hoje um dos nossos maiores empregadores e alavancam o progresso no município em todas as áreas do agro. A cidade, junto com o sindicato, só tem a ganhar. Essa parceria é importantíssima”, frisa Antônio Edilson Nobre.

Hoje, o Grupo ARG conta com 500 empregados diretos na região e pretende chegar a cerca de 1200 em 2023, conforme Antônio Reis adiantou. A empresa mantém nas fazendas diversas casas e alojamentos para funcionários e suas famílias, campo de futebol e lanchonetes, além de uma escola municipal. De acordo com Priscilla Bhering, está sendo feito um levantamento de quais outras estruturas seriam interessantes para atrair pessoas para trabalhar lá.

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Vulnerabilidade genética aumenta risco de extinção do mogno

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Conhecido como madeira nobre, o mogno pode ser utilizado na fabricação de móveis sofisticados, instrumentos musicais, construção civil, indústria naval entre outras aplicações

Uma pesquisa realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de instituições parceiras identificaram uma ameaça significativa de diversidade genética em plantas jovens de mogno (Swietenia macrophylla), fragilizando a sobrevivência da espécie.

Reconhecida como madeira nobre, devido a facilidade de ser trabalhada e resistência, o mogno é utilizado na fabricação de móveis, instrumentos musicais, construção civil, indústria naval entre outras muitas.

Encontrada em poucos estados brasileiros e de alto valor comercial, o mogno está na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, na categoria vulnerável, devido à exploração indiscriminada restam apenas 20% dos estoques iniciais dessa madeira na América do Sul.

A pesquisa confirma a vulnerabilidade dessa espécie florestal, muito valorizada no mercado brasileiro de madeiras, necessitando de novas estratégias para melhorar o trabalho de manejo e garantir a sua conservação.

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Uma das autoras do estudo e pesquisadora da Embrapa Tatiana de Campos, explica que a extração do DNA da planta, associada ao uso de marcadores moleculares, permite identificar informações genéticas entre indivíduos da mesma espécie. Os dados apontam para ocorrência de endogamia entre as plantas juvenis, problema que consiste no cruzamento entre indivíduos aparentados.

Encontrada em poucos estados brasileiros e de alto valor comercial, o mogno está na lista oficial das espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção, na categoria vulnerável, devido à exploração indiscriminada restam apenas 20% dos estoques iniciais dessa madeira na América do Sul.

A pesquisa confirma a vulnerabilidade dessa espécie florestal, muito valorizada no mercado brasileiro de madeiras, necessitando de novas estratégias para melhorar o trabalho de manejo e garantir a sua conservação.

Uma das autoras do estudo e pesquisadora da Embrapa Tatiana de Campos, explica que a extração do DNA da planta, associada ao uso de marcadores moleculares, permite identificar informações genéticas entre indivíduos da mesma espécie. Os dados apontam para ocorrência de endogamia entre as plantas juvenis, problema que consiste no cruzamento entre indivíduos aparentados.

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Fonte: Canal Rural

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