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Urgente; Filho de Bolsonaro sofre acidente no Ceará e vai parar no hospital

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O senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e filho do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), sofreu um acidente de quadriciclo automotor neste sábado (17/4), e precisou de atendimento médico na Unidade Pronto-Atendimento (UPA) de São Gonçalo do Amarente, município do Ceará.

A informação foi confirmada pelo advogado de Flávio, Frederic Wasseff, completando que o filho de Bolsonaro está bem. O acidente teria ocorrido nas areias da Praia de Taíba.

Frederic Wasseff, advogado do senador, também informou que ele sofreu uma luxação no ombro e na clavícula. Flávio deverá passar por uma ressonância magnética.

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Pfizer deve entregar mais de 1 mi de doses por dia de vacina até agosto

De 20 de julho até 1º de agosto, 13 voos vindos dos EUA chegarão ao país com os imunizantes

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A Pfizer anunciou que deve começar a intensificar a entrega de doses de sua vacina contra a Covid-19 a partir de terça-feira (20). De 20 de julho até 1º de agosto, 13 voos vindos dos EUA chegarão ao país com um total de 13.265.460 de doses do imunizante da empresa.

A média de entregas diárias deve superar 1 milhão de doses.

O primeiro lote da nova entrega está previsto já para terça, com desembarque no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), que receberá também as remessas seguintes.

Em nota, a empresa aponta que para agosto e setembro estão previstas 70 milhões de doses, parte de um dos acordos da farmacêutica com o governo brasileiro. Outras 100 milhões de doses também são esperadas de outubro a dezembro.

Até agora, a Pfizer entregou 14,5 milhões de doses do imunizante contra a Covid. O primeiro lote, com 1 milhão de doses, chegou em abril. Junho, até agora, foi o mês com mais entregas, um total de 11 milhões de doses.

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A vacina da Pfizer (ComiRNAty), entre as aprovadas no Brasil, é a que exige os cuidados mais rígidos em relação à conservação. Ela precisa ser guardada entre -60°C e -90°C para manter sua condição de uso.

Para evitar problemas no transporte, a empresa produziu embalagens para manter, por até 30 dias (com trocas periódicas do gelo seco), a vacina na temperatura adequada. Na caixa, há ainda um monitor de temperatura acompanhado via satélite, segundo a empresa.

“As doses somente são distribuídas para os pontos de vacinação se os relatórios emitidos após a entrega demonstrarem que não houve qualquer excursão de temperatura relevante durante todo o trajeto”, afirma a Pfizer, em nota.

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