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Cruzamento em bairro da capital vem trazendo transtornos ao condutores de veículos

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Mais um acidente ocorreu na noite desta segunda feira (14), na Avenida A que liga os Bairros Três Barras, Jardim Umuarama e Nova Canaã próximo ao vale do amanhecer na região norte Capital, por pouco não deixa vitimas fatais.

Conforme relato do jornalista e líder comunitário Cléo Costa, que flagrou o ocorrido que esse cruzamento vem trazendo transtorno e insegurança para população dessa região por falta de sinalização no local, disse que esse por pouco não deixa vítima fatal graças a Deus que as vitimas desse acidente tiveram apenas danos matérias.

“Já realizamos varias solicitação através Gabinete Deputado estadual Elizeu Nascimento, solicitando junto a SEMOB redutores de velocidade e até estivemos com os engenheiros no local solicitando um estudo pois essa entrada está dando confrontos um poste no canteiro, atrapalha a visibilidade dos condutores de Veículos, mas até o momento não obtivemos retorno” disse Cleo Costa.

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Médica que atropelou verdureiro em Cuiabá será levada a júri popular

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A médica Letícia Bortolini, acusada de atropelar e matar o verdureiro Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, será levada a júri popular. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (8), pelo juiz Flávio Miraglia Fernandes, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, e acata um pedido feito pelo Ministério Público de Mato Grosso.

A ré responderá por homicídio qualificado pelo meio de que possa resultar perigo comum, além de omissão de socorro, se afastar do local do sinistro para fugir à responsabilidade e conduzir embriagada.

O promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins explica que a qualificadora emprego de meio de que possa resultar perigo comum é aquela que expõe, além da vítima, um número indeterminado de pessoas a uma situação de provável dano.

Para ele, a testemunha ocular Bruno Duarte Pereira de Lins, que presenciou os fatos porque ajudava Francisco a empurrar o carrinho, poderia ter sido também vítima do atropelamento.

O crime

Conforme o processo judicial, o crime aconteceu em 14 de abril de 2018, na avenida Miguel Sutil, no bairro Cidade Verde. Letícia estava acompanhada do marido e tinha acabado de sair de um festival de churrasco.

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De acordo com a denúncia da Promotoria, a médica havia consumido bebida alcoólica no evento, antes de dirigir, fato este negado pela condutora.

No caminho de volta para casa, a motorista atropelou Francisco que estava atravessando a via, com seu carrinho de verduras. A vítima não resistiu e faleceu no local.

Após o atropelamento, Letícia seguiu em direção ao condomínio fechado onde reside, alegando que achava que havia batido em uma placa. Em sua versão, quando estava em casa foi comunicada do acidente.

“[…] havendo elementos para a pronúncia daqueles que estão sendo acusados da prática de crime doloso contra a vida, os autos serão levados ao julgamento pelo Tribunal do Júri e lá serão analisadas as provas em relação aos outros crimes conexos a este”, justifica o juiz.

Fernandes pontua ainda que após analisar os elementos de informação e provas apresentadas durante o processo, existem indícios suficientes contra Letícia, por isso a médica deve ser pronunciada, ou seja, submetida ao Tribunal.

“Assim, analisando as provas produzidas entendo que restou suficientemente demonstrada a autoria da ré e a somatória das circunstâncias ambientais envolvidas, reprisese, a acusada estava com a capacidade psicomotora alterada ainda assim assumiu direção do veículo dirigindo-o em velocidade muito superior à permitida, assumiu o risco de produzir resultado lesivo previsível, atuando com indiferença diante de tal possibilidade e também não parou para prestar socorro à vítima, logo atraiu o dolo eventual em tese, o que consequentemente afugenta de imediato a desclassificação, devendo ser submetida a julgamento pelo Tribunal do Júri”, reforça.

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