728x90 (1)

ECONOMIA

SICREDI AMPLIA PORTFÓLIO DE INVESTIMENTOS POR MEIO DE PARCERIA COM GESTORAS DE RECURSOS

Publicados

em

Com o objetivo de disponibilizar opções de investimentos diversificadas e aderentes ao cenário econômico atual e futuro, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 5 milhões de associados, firmou parceria com mais três gestoras de recursos. Além das soluções da Asset do Sicredi e Schroeder Investments e SulAmérica Investimentos, agora os associados da instituição contam com novas estratégias de fundos geridos pela Bahia Asset, Ibiúna Investimentos e Vinci Partners.

Os produtos complementam o portfólio de fundos do Sicredi com alternativas de fundos Multimercados (Macro e Long & short) e Ações (Ações Livres e Dividendos) e possuem aderência a perfis de investidores moderados, arrojados, que tenham como objetivo retornos de médio a longo prazo.  Gradualmente, outros produtos de investimentos serão inclusos no portfólio, proporcionando ainda mais alternativa aos associados investidores.

Leia também: Sicredi é reconhecido em quatro premiações nacionais

“Estamos atentos aos mais variados movimentos de mercado e a parceria com gestoras de recursos externas é mais uma iniciativa que nos permitirá atender a necessidade de diversificação de nossos associados investidores, ofertando as melhores soluções para cada perfil de investimento”, explica Dionatan Severo, gerente de Investimentos do Sicredi.

Leia Também:  Auxílio Emergencial 2021: Caixa paga 3ª parcela a 2,34 milhões de nascidos em março

R$ 55 BILHÕES EM INVESTIMENTOS – Resultado de sua robustez no modelo de governança, o Sicredi registrou até outubro de 2021, R$ 195 bilhões em ativos e mais de R$ 130 bilhões em depósitos. A Gestora de Recursos (Asset) do Sicredi faz gestão de mais de R$ 55 bilhões em investimentos. A instituição conta com avaliação das principais agências de classificação de risco do mundo, tendo o rating AA (bra) da Fitch e classificação “Forte” para a sua Asset também concedida pela agência. O Sicredi também possui classificação das agências Moody`s (Aa2) e Santard & Poor`s

(AAA).

Da Redação 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

ECONOMIA

Empresas do Simples podem ganhar dois meses para regularizarem débitos

Comitê discutirá prazo extra em reunião na próxima semana

Publicados

em

Os negócios de pequeno porte e os microempreendedores individuais (MEI) poderão ganhar mais dois meses para regularizarem os débitos com o Simples Nacional – regime especial de tributação para micro e pequenas empresas. No dia 21, o Comitê Gestor do programa discutirá o adiamento do prazo de 31 de janeiro para 31 de março.

A regularização dos débitos é necessária para os micro e pequenos empresários e os profissionais autônomos continuarem no Simples Nacional. Em nota, a Receita Federal, que integra o Comitê Gestor, informou que a medida tem como objetivo ajudar os negócios afetados pela pandemia de covid-19.

“Neste momento de retomada da economia, a deliberação do Comitê Gestor do Simples Nacional visa propiciar aos contribuintes do Simples Nacional o fôlego necessário para que se reestruturem, regularizem suas pendências e retomem o desenvolvimento econômico afetado devido à pandemia da covid-19”, destacou o comunicado.

Apesar da prorrogação para o pagamento ou a renegociação de dívidas, o prazo de adesão ao Simples Nacional continua sendo 31 de janeiro. Segundo a Receita, essa data não pode ser prorrogada por estar estabelecida na Lei Complementar 123/2006, que criou o regime especial.

Leia Também:  Auxílio Emergencial 2021: Caixa paga 3ª parcela a 2,34 milhões de nascidos em março

Tradicionalmente, quem não pagou os débitos é retirado do Simples Nacional em 1º de janeiro de cada ano. As empresas excluídas, no entanto, têm até 31 de janeiro para pedir o regresso ao Simples Nacional, desde que resolvam as pendências até essa data.

O processo de regularização deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte da Receita Federal (e-CAC), requerendo certificado digital ou código de acesso. O devedor pode pagar à vista, abater parte da dívida com créditos tributários (recursos que a empresa tem direito a receber do Fisco) ou parcelar os débitos em até cinco anos com o pagamento de juros e multa.

Histórico

Essa é a segunda medida tomada pelo governo para compensar o veto à lei que criaria um programa especial de renegociação para os contribuintes do Simples. Na terça-feira (11), a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional criou dois programas para renegociar débitos do Simples inscritos na dívida ativa, quando o contribuinte é negativado e passa a ser cobrado na Justiça <>.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro vetou a renegociação de dívidas com o Simples Nacional. Na ocasião, o presidente alegou falta de medida de compensação (elevação de impostos ou corte de gastos) exigida pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a proibição de concessão ou de vantagens em ano eleitoral.

Leia Também:  COOPERATIVISMO NA MINERAÇÃO PODE AJUDAR SETOR A CRESCER DE FORMA MAIS ORGANIZADA EM MT

O projeto vetado beneficiaria 16 milhões de micro e pequenas empresas e de microempreendedores individuais. A renegociação da dívida ativa abrangerá um público menor: 1,8 milhão de contribuintes, dos quais 1,64 são micro e pequenas empresas e 160 mil são MEI.

Criado em 2007, o Simples Nacional é um regime tributário especial que reúne o pagamento de seis tributos federais, além do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), cobrado por estados e pelo Distrito Federal, e do Imposto Sobre Serviços (ISS), arrecadado pelos municípios. Em vez de pagar uma alíquota para cada tributo, o micro e pequeno empresário recolhe, numa única guia, um percentual sobre o faturamento que é repassado para os três níveis de governo. Somente as empresas que faturam até R$ 4,8 milhões por ano podem optar pelo regime.

Fonte: Agência Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA