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Deputados estaduais, vereadora Adjuntos participam da parada em Cuiabá

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A 18ª edição da Parada da Diversidade Sexual de Mato Grosso, neste sábado (4), com percurso da praça Ipiranga à praça das Bandeiras, em Cuiabá, contou com presença de poucos políticos.

Dos 24 deputados estaduais, só dois prestigiaram o evento, que trouxe o tema “família de LGBTQIA+ orgulho de (re)existir”, sendo eles Lúdio Cabral (PT) e Allan Kardec (PDT). A federal petista Rosa Neide também se fez presente, assim como a vereadora pela Capital, Edna Sampaio (PT).

Tanto o Estado quanto a prefeitura foram representados por secretários-adjuntos: Kennedy Dias (Direitos Humanos do Estado); Christiany Fonseca (Direitos Humanos de Cuiabá) e Jan Moura (adjunto de Cultura). O suplente de deputado e presidente da CUT-MT, Henrique Lopes, participou do ato, assim como a ex-vereadora pela Capital Enelinda Scala.

Fonte: RD News

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Morre a atriz Françoise Forton, a doutora Simone de O Clone

Françoise tinha 64 anos e lutava contra um câncer

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A atriz Françoise Forton faleceu no Rio de Janeiro, aos 64 anos, na tarde deste domingo, 16 de janeiro. De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Gois, Françoise estava internada na Clínica São Vicente há mais de 4 meses lutando contra um câncer.

Ela deixa o marido, Eduardo Barata, e o filho Guilherme Forton Viotti. A atriz fez mais de 40 novelas, mas estava sem atuar na TV desde 2019, quando participou de “Amor Sem Igual”, na Record TV.

Atualmente, Françoise Forton está no ar pela reprise de “O Clone”, no “Vale a Pena Ver de Novo”, no papel da doutora Simone, peça-chave para a descoberta de que Albieri (Juca de Oliveira) clonou Lucas (Murilo Benício) e braço direito de Deusa (Adriana Lessa) na batalha judicial pelo reconhecimeto de Léo, o clone, como filho dela.

 

A atriz também pode ser vista interpretando Gilda na reprise de “Sonho Meu” (1993), no ar de segunda a sábado pelo Canal VIVA.

Françoise já tinha tido câncer em 1989, quando estava gravando “Tieta”. Em mais de cinquenta anos de carreira na TV, fez inúmeras novelas, como “Estúpido cupido” (“1976”), “Bebê a bordo” (1988), “Tieta” (1989), “Meu bem, meu mal (1990), “Perigosas peruas” (1992) e “O Clone” (2001).

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