728x90 (1)

GERAL

Estudantes da rede estadual terão aulas de inglês a partir do 1º ano do ensino fundamental

Cerca de mil professores serão beneficiados com formação continuada e, a partir da próxima semana, receberão notificação por e-mail com instruções para uso da ferramenta digital

Publicados

em

Estudantes dos anos inicias do Ensino Fundamental da rede estadual de ensino de Mato Grosso passarão a ter aulas de Língua Inglesa entre os componentes curriculares a partir deste ano. Por conta desta mudança, os professores receberão formação continuada por meio de plataforma virtual para ministrar as aulas.

Com investimentos de R$ 14 milhões, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) realizou a contratação da empresa Pearson Education do Brasil LTDA, que irá fornecer materiais pedagógicos, e da empresa EF (English First) para suporte no ensino do idioma no meio digital, tanto para professores quanto para os alunos do Ensino Médio da rede estadual de ensino. A contratação foi publicada no Diário Oficial.

“Pela primeira vez nós vamos atender todo o ensino fundamental do Estado de Mato Grosso com a língua inglesa. Tenho certeza que essa vai ser uma ação muito importante porque a atividade vai reforçar o conhecimento e aprendizado dos nossos estudantes e gerar novas oportunidades”, destaca o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Leia Também:  Homem é preso com 67 kg de pasta base de cocaína em Cáceres

Ensino Fundamental

Com o objetivo de preparar os estudantes o mais cedo possível para a aprendizagem de uma nova língua, alunos dos anos iniciais do Ensino Fundamental (1° ao 5° ano) passarão a ter aulas de Língua Inglesa na matriz curricular pela primeira vez. Atualmente, os alunos têm a disciplina a partir do 6º ano até o final do ensino médio. Para isso, foram adquiridos materiais didáticos da empresa Pearson Education, com metodologia direcionada para o ensino do idioma às crianças. Para praticar a língua e incentivar a leitura, livros paradidáticos em inglês serão entregues disponibilizados nas bibliotecas das unidades escolares durante o ano letivo. O projeto de leitura pretende atender os estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio.

Ensino Médio                    

Os estudantes do ensino médio receberão acesso à plataforma digital English Live, da empresa EF, como complemento dos conhecimentos adquiridos durante as aulas. Por meio da ferramenta, após um teste de nivelamento, os estudantes irão dispor de atividades de compreensão auditiva e escrita, de acordo com o seu grau de domínio do idioma.

Leia Também:  Atlético-GO vence Aparecidense e chega à final do Estadual

Professores

Para que todos os professores da Língua Inglesa da rede estejam preparados para lecionar com os novos materiais, a Seduc irá proporcionar formação continuada para trabalhar com os materiais didáticos e paradidáticos.

Além disso, para que os professores do idioma melhorem a sua proficiência na língua inglesa, todos também receberão acesso à plataforma English Live (empresa EF). O conteúdo ficará disponível 24h por dia e permitirá que o profissional construa o seu percurso formativo conforme o seu nível de proficiência, com exercícios de fala, escrita e audição e aulas ao vivo com professores nativos.

O acesso a plataforma será disponibilizado primeiro aos professores e depois aos estudantes, no decorrer do ano letivo. Cerca de mil professores serão beneficiados e, a partir da próxima semana, receberão notificação por e-mail com instruções para uso da ferramenta digital.

Da Redação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Mudanças climáticas comprometerão a capacidade de produzir alimentos

A agricultura sustentável e com baixas emissões de gases do efeito estufa beneficiará a sociedade.

Publicados

em

A partir de meados do século XX, a análise econômica passou a considerar a finitude dos recursos naturais e a questionar a capacidade de resiliência dos ecossistemas em manter as taxas de expansão dos processos produtivos.

“A degradação do meio ambiente é um assunto que não sai de pauta nos últimos anos. Falar nesse assunto se torna muito importante, já que o homem cada dia mais degrada o meio ambiente de várias formas”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News

Estudo recente da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura demonstra que cerca de 33% das áreas agrícolas do mundo apresentam algum grau de degradação. Por isso, diversas pesquisas são realizadas para promover técnicas que melhorem o uso do solo.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 2050, haverá 9,8 bilhões de pessoas no mundo. Para alimentar essa população, a produção de alimentos terá que aumentar em 70%. O Brasil se tornará o principal fornecedor para responder ao aumento da demanda global, declarou Alan Bojanic, representante da FAO.

Leia Também:  Na AL, governador apresenta resultados: “MT é um estado muito melhor do que era há pouquíssimo tempo”

“Desde o início da pandemia, populações de diversos países têm enfrentado desafios de diferentes graus, com um impacto mais profundo para as que vivem em comunidades carentes e de baixa renda”, pontua Vininha F. Carvalho.

O relatório da Visão Mundial, ONG humanitária de proteção da infância e da adolescência, mostra como as mudanças climáticas afetarão a produção de alimentos e o acesso das pessoas a nutrientes. De acordo com o estudo, o número de pessoas que enfrentam crises de fome aumentou de forma constante nos últimos cinco anos pela primeira vez em décadas. Se a mesma trajetória dos últimos for mantida, a entidade prevê que mais de 300 milhões de pessoas enfrentarão a insegurança alimentar até 2030.

Uma pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), divulgada em outubro de 2021, revelou que cerca de 19 milhões de brasileiros estão passando fome.

O número se torna mais alarmante quando comparado à quantidade de comida que cada brasileiro joga no lixo todos os anos, cerca de 60 kg, segundo estudo publicado no Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Considerando que cada pessoa adulta se alimenta, anualmente, de 1 tonelada de comida e bebida, o que vai para a lixeira poderia alimentar 12 milhões de pessoas em um ano.

Leia Também:  FUTURA PARCERIA POSSIBILITA CONTINUIDADE NOS TREINAMENTOS DE MÁQUINAS COM AULAS PRÁTICAS

ONGs nacionais e internacionais defendem a mudança para um prato sem produtos de origem animal como forma de tornar o sistema alimentar mais sustentável.

“Conduzir as cadeias de produção de alimentos de forma sustentável e realizar escolhas alimentares mais saudáveis e comprometidas com o meio ambiente permitirão a transformação dos sistemas alimentares atuais em sistemas mais eficientes que utilizem menos recursos naturais, produzindo mais calorias e nutrientes que garantirão a segurança alimentar e o controle da emissão dos gases de efeito estufa”, finaliza Vininha F. Carvalho.

Da Redação

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA