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Governador e empresários conhecem soluções de logística que podem ampliar comércio entre MT e o mundo

Porto de Jebel Ali pode se tornar um hub importante com os países da África, Emirados Árabes e Oriente Médio. Na oportunidade, Mauro Mendes e comitiva conheceram toda a estrutura interna do local

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O governador Mauro Mendes esteve nesta terça-feira (22.02) no Porto de Jebel Ali, na Zona Franca de Jafza, em Dubai, conhecendo soluções de logística que podem oportunizar a ampliação do comércio dos produtos do Estado com o mundo.

Na avaliação do governador, o porto e a zona franca de Jafza, são um importante hub para os países da África, Emirados Árabes Unidos e Oriente Médio.

“São inúmeras possibilidades que podem alavancar a produção do Estado e ampliar os negócios, tanto para a indústria, como para o agronegócio. Quando se abre mercados, de forma direta você movimenta toda uma cadeia econômica, gerando emprego e renda”, destacou ele.

Durante a visita, que foi guiada pelo Grupo DP World, empresa global, com sede em Dubai, responsável pela operacionalização do porto, a comitiva do governador conheceu toda a estrutura interna, desde o manuseio dos contêineres até o processo de importação e exportação.

“O Porto oferece uma boa alternativa para as empresas brasileiras. Aqui, por exemplo, temos uma refinaria de açúcar que importa o produto do Brasil, que é uma das maiores refinarias do mundo”, explicou Anders Kron, gerente de negócios da DP World.

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Para Silvio Rangel, vice-presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso, a estrutura impressiona pela organização e agilidade. “É uma alternativa que se abre para a nossa indústria, principalmente porque boa parte do que se consome aqui nos Emirados é importado. É uma abertura de mercado com soluções inovadoras”, avaliou.

Já o presidente da Aprosoja, Fernando Cadore, destacou que pode ser uma ótima opção de negócio para os produtores que exportam a partir do porto de Santos, no Brasil, pela sua conexão com Dubai.

“A logística pode ser facilitada, quando se tem como foco os paises do oriente médio, África e os Emirados, já que a infraestrutura facilita a entrada nesses países dos nossos produtos”, ressaltou.

Na oportunidade, o governador e comitiva conheceram o Centro de Distribuição Multicommodities (DMCC), criado pelo Governo de Dubai para fornecer a infraestrutura física, de mercado e financeira necessária para estabelecer um centro para o comércio global de commodities.

Grupo DP World

Uma das principais empresas globais com foco no transporte internacional de cargas. Presente em todos os países o grupo atua no ciclo completo da carga nas operações de importação e exportação.

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No Brasil, a principal subsidiária é a DP World Santos, terminal portuário instalado na margem esquerda do Porto de Santos. O empreendimento conta com capacidade de movimentação anual de 1,2 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 3,6 milhões de toneladas de celulose, gerando 1.200 empregos diretos e 5.000 indiretos.

Participaram da visita os secretários Mauro Carvalho (Casa Civil) e Laice Souza (Comunicação), a assessora de Assuntos Internacionais de Mato Grosso, Rita Chiletto, o ajudantes de ordens do governador Ricardo Mendes, e os empresários Fernando Garcia, Edecrescio de Aguiar Neto (Ampa), Adilson Ruiz (Fiemt/Instituto Ação Verde), André Sucolotti (Ampa), Fernando Cadore (Aprosoja), Gutemberg Silveira (Aprosmat), Kaique Fonseca (CDL Chapada), Nathan Belusso (Aprosoja), Patricia Marques (Aquamat), Wellington de Andrade (Aprosoja), Gabriel Ruiz (Plastibras), Sidnei dos Santos (Zion Real State), Eliane dos Santos (Zion Real State), Alexandre Severino (secretário de Turismo de Chapada dos Guimarães), Adriano Breuning (professor do IFMT), Ederson Dal Molin, o Xuxu Dal Molin (deputado estadual) e Alisson de Alencar (procurador-geral do MPC).

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Mudanças climáticas comprometerão a capacidade de produzir alimentos

A agricultura sustentável e com baixas emissões de gases do efeito estufa beneficiará a sociedade.

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A partir de meados do século XX, a análise econômica passou a considerar a finitude dos recursos naturais e a questionar a capacidade de resiliência dos ecossistemas em manter as taxas de expansão dos processos produtivos.

“A degradação do meio ambiente é um assunto que não sai de pauta nos últimos anos. Falar nesse assunto se torna muito importante, já que o homem cada dia mais degrada o meio ambiente de várias formas”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News

Estudo recente da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura demonstra que cerca de 33% das áreas agrícolas do mundo apresentam algum grau de degradação. Por isso, diversas pesquisas são realizadas para promover técnicas que melhorem o uso do solo.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 2050, haverá 9,8 bilhões de pessoas no mundo. Para alimentar essa população, a produção de alimentos terá que aumentar em 70%. O Brasil se tornará o principal fornecedor para responder ao aumento da demanda global, declarou Alan Bojanic, representante da FAO.

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“Desde o início da pandemia, populações de diversos países têm enfrentado desafios de diferentes graus, com um impacto mais profundo para as que vivem em comunidades carentes e de baixa renda”, pontua Vininha F. Carvalho.

O relatório da Visão Mundial, ONG humanitária de proteção da infância e da adolescência, mostra como as mudanças climáticas afetarão a produção de alimentos e o acesso das pessoas a nutrientes. De acordo com o estudo, o número de pessoas que enfrentam crises de fome aumentou de forma constante nos últimos cinco anos pela primeira vez em décadas. Se a mesma trajetória dos últimos for mantida, a entidade prevê que mais de 300 milhões de pessoas enfrentarão a insegurança alimentar até 2030.

Uma pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), divulgada em outubro de 2021, revelou que cerca de 19 milhões de brasileiros estão passando fome.

O número se torna mais alarmante quando comparado à quantidade de comida que cada brasileiro joga no lixo todos os anos, cerca de 60 kg, segundo estudo publicado no Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Considerando que cada pessoa adulta se alimenta, anualmente, de 1 tonelada de comida e bebida, o que vai para a lixeira poderia alimentar 12 milhões de pessoas em um ano.

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ONGs nacionais e internacionais defendem a mudança para um prato sem produtos de origem animal como forma de tornar o sistema alimentar mais sustentável.

“Conduzir as cadeias de produção de alimentos de forma sustentável e realizar escolhas alimentares mais saudáveis e comprometidas com o meio ambiente permitirão a transformação dos sistemas alimentares atuais em sistemas mais eficientes que utilizem menos recursos naturais, produzindo mais calorias e nutrientes que garantirão a segurança alimentar e o controle da emissão dos gases de efeito estufa”, finaliza Vininha F. Carvalho.

Da Redação

 

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