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Morre atriz Mabel Calzolari aos 21 anos após luta contra doença rara

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Mabel Calzolari morreu aos 21 anos, nesta terça-feira (22), após luta contra a aracnoidite torácica —doença rara que provoca uma inflamação da medula óssea. A atriz, que fez parte do elenco da novela Orgulho e Paixão (2018), na TV Globo, passou os últimos meses no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Rio de Janeiro.

A informação foi confirmada pelo ator João Fernandes, ex-namorado da artista, por meio de publicação nas redes sociais. “Desde o dia em que decidiu entrar naquele ônibus, quando você decidiu tomar aquela anestesia. Você nunca deixou que ninguém te diminuísse ou desacreditasse dos seus sonhos”, escreveu o ator, no Instagram.

“Ari e Selena teriam muito orgulho. Você é rara, meu anjo. Hoje eu perdi minha vizinha, minha amiga, inspiração, namorada, noiva, ex, amiga, parceira e mãe do meu filho. E o mundo ganha mais um capítulo sobre a história da mulher mais sinistra que eu já vi. Obrigado por lutar tanto por nós, pela nossa família, por ter me escolhido e me dado o maior presente que existe no mundo”, completou.

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Atriz Monique Curi, que vinha oferecendo apoio à família desde o início do tratamento, publicou um vídeo sobre os útimos dois anos e como a situação se complicou nos últimos meses. “Tudo começou com a aracnoidite, uma inflamação na coluna (ela foi diagnosticada em 2019, pouco depois do nascimento do filho, em julho). A luta dela era para não ficar tetraplégica. A partir daí a gente pediu ajuda. Todo mundo ajudou tanto. Só que, de dezembro para cá, ela abriu a coluna nove vezes. Abrir tanto a coluna desse jeito, eles tentando resolver o problema da aracnoidite, pode ter causado alterações no sistema nervoso”, publicou Monique.

Mabel deixa um filho, o pequeno Nicolas, fruto do relacionamento com João Fernandes.

Confira a publicação na íntegra

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Governador de Mato Grosso reforça defesa do congelamento do ICMS dos combustíveis

Mauro Mendes assinou carta junto com outros 20 governadores, na qual defende a prorrogação da medida

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Em carta pública, o governador Mauro Mendes reforçou a defesa por prorrogar o congelamento do preço médio do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é o preço usado para a base de cálculo de cobrança do ICMS dos combustíveis.

A carta foi assinada por 21 governadores, nesta quarta-feira (26.01). O Governo de Mato Grosso já havia votado pela prorrogação do congelamento no dia 14 de janeiro, junto ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), mas foi voto vencido na ocasião.

Nesta semana, Mauro Mendes enviou nova proposta ao grupo de governadores, na qual insistiu em prorrogar a medida por mais 180 dias, mas não foi aceita em sua integralidade, ficando definido o prazo de mais 60 dias. A proposta deve ser votada nesta quinta-feira (27.01) junto ao Confaz.

“Diante do novo cenário que se descortina, com o fim da observação do consenso e a concomitante atualização da base de cálculo dos preços dos combustíveis, atualmente lastreada no valor internacional do barril de petróleo, consideram imprescindível a prorrogação do referido congelamento pelos próximos 60 dias, até que as soluções estruturais para a estabilização dos preços desses insumos sejam estabelecidas”, consta trecho da carta assinada pelos 21 governadores.

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Conforme os gestores, a proposta é mais um esforço para amenizar a inflação que tem prejudicado a população, em especial “as camadas mais pobres e desassistidas”.

Mauro Mendes e os demais governadores também defenderam a mudança na política de preços da Petrobras, que é baseada no preço internacional do barril de petróleo.

“Enfatizam a urgente necessidade de revisão da política de paridade internacional de preços dos combustíveis, que tem levado a frequentes reajustes, muito acima da inflação e do poder de compra da sociedade”, finalizaram.

Em relação aos combustíveis, o Governo de Mato Grosso também realizou promoveu redução de ICMS que passou a valer a partir deste ano. Foi reduzido o imposto da gasolina de 25% para 23% (a menor alíquota do país) e do diesel de 17% para 16%. No etanol, Mato Grosso tem a menor alíquota entre os estados, de 12,5%.

Além de Mauro Mendes, assinaram a carta pública os seguintes governadores: Waldez Góes (Amapá), Ronaldo Caiado (Goiás), Wilson Lima (Amazonas), Flávio Dino (Maranhão), Camilo Santana (Ceará), Ibaneis Rocha (Distrito Federal), Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul), Renato Casagrande (Espírito Santo), Romeu Zema (Minas Gerais), Helder Barbalho (Pará), Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), João Azevêdo (Paraíba), Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho Júnior (Paraná), Carlos Moisés (Santa Catarina), Paulo Câmara (Pernambuco), João Doria (São Paulo), Wellington Dias (Piauí), Belivaldo Chagas (Sergipe) e Cláudio Castro (Rio de Janeiro).

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