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MTPrev mantém atendimento presencial no térreo e nos setores administrativos

Apenas os setores de folha de pagamento, gerência de cadastro e gabinete da presidência estão em home office para que os bombeiros possam investigar os motivos do princípio de incêndio

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O Mato Grosso Previdência (MTPrev) informa que o princípio de incêndio registrado na manhã desta quinta-feira (06.01) não afetou a maior parte do funcionamento do órgão, situado no edifício Concorde, em Cuiabá.

Os atendimentos presenciais, que ocorrem no térreo, bem como os demais setores administrativos do primeiro e do segundo andar, continuam funcionando normalmente.

As faíscas começaram em um quadro de distribuição de energia, em uma sala do segundo andar, e foram controladas imediatamente por dois bombeiros que trabalham no MTPrev, com ajuda de um extintor de incêndio. Ninguém se feriu gravemente.

Apenas os setores de folha de pagamento, gerência de cadastro e gabinete da presidência estão em home office para que os bombeiros possam investigar os motivos do acidente com segurança e os reparos sejam realizados.

Da Redação

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Mudanças climáticas comprometerão a capacidade de produzir alimentos

A agricultura sustentável e com baixas emissões de gases do efeito estufa beneficiará a sociedade.

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A partir de meados do século XX, a análise econômica passou a considerar a finitude dos recursos naturais e a questionar a capacidade de resiliência dos ecossistemas em manter as taxas de expansão dos processos produtivos.

“A degradação do meio ambiente é um assunto que não sai de pauta nos últimos anos. Falar nesse assunto se torna muito importante, já que o homem cada dia mais degrada o meio ambiente de várias formas”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News

Estudo recente da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura demonstra que cerca de 33% das áreas agrícolas do mundo apresentam algum grau de degradação. Por isso, diversas pesquisas são realizadas para promover técnicas que melhorem o uso do solo.

De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) em 2050, haverá 9,8 bilhões de pessoas no mundo. Para alimentar essa população, a produção de alimentos terá que aumentar em 70%. O Brasil se tornará o principal fornecedor para responder ao aumento da demanda global, declarou Alan Bojanic, representante da FAO.

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“Desde o início da pandemia, populações de diversos países têm enfrentado desafios de diferentes graus, com um impacto mais profundo para as que vivem em comunidades carentes e de baixa renda”, pontua Vininha F. Carvalho.

O relatório da Visão Mundial, ONG humanitária de proteção da infância e da adolescência, mostra como as mudanças climáticas afetarão a produção de alimentos e o acesso das pessoas a nutrientes. De acordo com o estudo, o número de pessoas que enfrentam crises de fome aumentou de forma constante nos últimos cinco anos pela primeira vez em décadas. Se a mesma trajetória dos últimos for mantida, a entidade prevê que mais de 300 milhões de pessoas enfrentarão a insegurança alimentar até 2030.

Uma pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan), divulgada em outubro de 2021, revelou que cerca de 19 milhões de brasileiros estão passando fome.

O número se torna mais alarmante quando comparado à quantidade de comida que cada brasileiro joga no lixo todos os anos, cerca de 60 kg, segundo estudo publicado no Índice de Desperdício de Alimentos 2021, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Considerando que cada pessoa adulta se alimenta, anualmente, de 1 tonelada de comida e bebida, o que vai para a lixeira poderia alimentar 12 milhões de pessoas em um ano.

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ONGs nacionais e internacionais defendem a mudança para um prato sem produtos de origem animal como forma de tornar o sistema alimentar mais sustentável.

“Conduzir as cadeias de produção de alimentos de forma sustentável e realizar escolhas alimentares mais saudáveis e comprometidas com o meio ambiente permitirão a transformação dos sistemas alimentares atuais em sistemas mais eficientes que utilizem menos recursos naturais, produzindo mais calorias e nutrientes que garantirão a segurança alimentar e o controle da emissão dos gases de efeito estufa”, finaliza Vininha F. Carvalho.

Da Redação

 

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