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MATO GROSSO

Quinta-feira (27): Mato Grosso registra 401.770 casos e 10.809 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (27.05), 401.770 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 10.809 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.978 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 401.770 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 11.654 estão em isolamento domiciliar e 377.580 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 452 internações em UTIs públicas e 371 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 84,80% para UTIs adulto e em 42% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (84.955), Rondonópolis (28.945), Várzea Grande (27.933), Sinop (20.343), Sorriso (13.701), Tangará da Serra (13.514), Lucas do Rio Verde (12.316), Primavera do Leste (10.533), Cáceres (8.540) e Alta Floresta (7.694).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

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O documento ainda aponta que um total de 337.757 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 627 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quarta-feira (26), o Governo Federal confirmou o total de 16.274.695 casos da Covid-19 no Brasil e 454.429 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 16.194.209 casos da Covid-19 no Brasil e 452.031 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quinta-feira (27).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

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– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

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MATO GROSSO

Preço do gás de cozinha vai aumentar mais uma vez em MT

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A partir desta quarta-feira (1º), o botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg começa a ser entregue pelas distribuidoras às revendas de Mato Grosso com acréscimo médio de 8%.

Entre as companhias engarrafadoras e comercializadoras que entregam o produto no Estado, a maior alta é anunciada pela Copagaz, que aplicará reajuste de R$ 7,42 por botijão nas vendas realizadas a partir do dia 1º.

Outras distribuidoras que fornecem o gás de cozinha para o varejo local informam majorações de R$ 5,89 e R$ 5,32, como é o caso da Nacional Gás e Ultragaz, respectivamente, que passam a entregar o P13 mais caro a partir da próxima sexta-feira (3) .

Mato Grosso continua mantendo o preço mais alto do país para o gás de cozinha, com o botijão repassado atualmente por até R$ 130 para o consumidor final, informa a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em algumas localidades mais remotas do Estado, o insumo básico custa R$ 140, conforme diagnóstico sobre o mercado do GLP em Mato Grosso apresentado em requerimento para instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ainda sob análise.

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Os novos valores programados para setembro foram informados por meio de cartas enviadas às revendas. A justificativa das distribuidoras para os reajustes está na revisão anual dos preços do GLP para a rede de revendedores. Estão incluídos nos cálculos a correção dos salários dos funcionários, que ocorre anualmente no 9º mês de cada ano, bem como despesas com frete, insumos e demais custos operacionais, inclusive elevações do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é a referência para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Bens e Serviços (ICMS).

Outro lado 

A Ultragaz confirma, em nota enviada à reportagem, que como ocorre em todos os anos e conforme previsto em contrato, no próximo mês é realizada a revisão anual dos preços de venda do GLP para a rede de revendas. “Esta revisão decorre dos impactos inflacionários na estrutura de custos da companhia, além do aumento de despesas de folha de pagamento em razão da data-base de setembro. Este último período foi especialmente impactado pela alta da inflação em diversos componentes importantes dos custos operacionais, tais como aço, tinta, diesel, energia elétrica, entre outros”. Buscando equalizar o aumento de custos de forma equilibrada, a Ultragaz informa que será realizado um incremento de R$ 5,32 no preço de fornecimento do GLP (13kg) a partir de 3 de setembro.

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As demais distribuidoras – Nacional Gás, Supergasbrás e Copagaz – também foram procuradas pela reportagem, mas não se manifestaram até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

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