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MATO GROSSO

Sema defende uso de produtos retardantes para combate aos incêndios florestais

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A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, defendeu o uso de retardantes como uma das respostas aos incêndios florestais. A técnica já é aplicada com sucesso nos Estados Unidos, Canadá, em toda Europa e no Chile, país vizinho ao Brasil. A defesa foi feita durante o encontro virtual Diálogos pela Amazônia: Ações e lições no combate aos incêndios florestais realizado na última quinta-feira (03).

Ao longo do encontro, ela explicou que o Ibama já realizou testes controlados com três produtos diferentes. Com base nos resultados, o Comitê Estadual de Gestão do Fogo recomenda o uso dos insumos indicados nas ações de combate ao fogo no Estado. “Mato Grosso está enfrentando uma situação de calamidade, especialmente no Pantanal, e os bombeiros estão em uma operação de guerra contra o fogo. Por isso, é preciso fazermos o emprego de novas técnicas”.

A gestora ponderou que caso o retardante tenha algum efeito no ambiente natural, já que pode ser equiparado a um fertilizante e produz o crescimento de certos tipos de vegetação, é preciso avaliar qual será o menor impacto negativo. “Eu vou ter uma alteração pela aplicação do produto, mas o que eu vou evitar? Perda de biodiversidade, enfraquecimento do solo e o sofrimento da fauna”, enumerou Mauren ressaltando que os impactos negativos causados pelos incêndios florestais são imensuráveis.

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Também participaram do encontro mediando pela jornalista Bárbara Lins, os secretários Eduardo Taveira, do Amazonas, Mauro Ó de Almeida, do Pará, e Marcílio Leite Lopes, de Rondônia. Os estados Acre, Maranhão, Roraima e Tocantins apresentaram suas ações por meio de mensagem em vídeo divulgado durante a abertura do diálogo.

O encontro pode ser assistido na íntegra pelo canal Youtube da Sema Mato Grosso.

Link da transmissão: https://youtu.be/ChcFcfC8fUw

Sobre  a GCF Task Force

A Força Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF Task Force) é uma colaboração subnacional de 38 estados e províncias que trabalham para proteger as florestas tropicais, reduzir as emissões do desmatamento e da degradação florestal, e para promover caminhos realistas de desenvolvimento rural e preservação das florestas. No Brasil, os nove estados membros da Amazônia Legal integram a Força Tarefa.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Preço do gás de cozinha vai aumentar mais uma vez em MT

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A partir desta quarta-feira (1º), o botijão de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 kg começa a ser entregue pelas distribuidoras às revendas de Mato Grosso com acréscimo médio de 8%.

Entre as companhias engarrafadoras e comercializadoras que entregam o produto no Estado, a maior alta é anunciada pela Copagaz, que aplicará reajuste de R$ 7,42 por botijão nas vendas realizadas a partir do dia 1º.

Outras distribuidoras que fornecem o gás de cozinha para o varejo local informam majorações de R$ 5,89 e R$ 5,32, como é o caso da Nacional Gás e Ultragaz, respectivamente, que passam a entregar o P13 mais caro a partir da próxima sexta-feira (3) .

Mato Grosso continua mantendo o preço mais alto do país para o gás de cozinha, com o botijão repassado atualmente por até R$ 130 para o consumidor final, informa a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em algumas localidades mais remotas do Estado, o insumo básico custa R$ 140, conforme diagnóstico sobre o mercado do GLP em Mato Grosso apresentado em requerimento para instauração de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ainda sob análise.

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Os novos valores programados para setembro foram informados por meio de cartas enviadas às revendas. A justificativa das distribuidoras para os reajustes está na revisão anual dos preços do GLP para a rede de revendedores. Estão incluídos nos cálculos a correção dos salários dos funcionários, que ocorre anualmente no 9º mês de cada ano, bem como despesas com frete, insumos e demais custos operacionais, inclusive elevações do Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), que é a referência para cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, Bens e Serviços (ICMS).

Outro lado 

A Ultragaz confirma, em nota enviada à reportagem, que como ocorre em todos os anos e conforme previsto em contrato, no próximo mês é realizada a revisão anual dos preços de venda do GLP para a rede de revendas. “Esta revisão decorre dos impactos inflacionários na estrutura de custos da companhia, além do aumento de despesas de folha de pagamento em razão da data-base de setembro. Este último período foi especialmente impactado pela alta da inflação em diversos componentes importantes dos custos operacionais, tais como aço, tinta, diesel, energia elétrica, entre outros”. Buscando equalizar o aumento de custos de forma equilibrada, a Ultragaz informa que será realizado um incremento de R$ 5,32 no preço de fornecimento do GLP (13kg) a partir de 3 de setembro.

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As demais distribuidoras – Nacional Gás, Supergasbrás e Copagaz – também foram procuradas pela reportagem, mas não se manifestaram até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para esclarecimentos.

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