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POLICIAL

Advogado é assassinado durante “arrastão” em ranchos em MT

Veículo de João Anaides Cabral Neto foi levado pelos bandidos e localizado pela PM na manhã deste domingo

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O advogado João Anaides Cabral Neto foi assassinado em um rancho que dá acesso ao lago do Rio São Lourenço, em Juscimeira ( a 162 km de Cuiabá), neste sábado (17).

De acordo com o presidente da diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil de Rondonópolis, Stalyn Paniago Pereira, onde João Anaide atuava, criminosos invadiram vários ranchos na região em uma espécie de “arrastão”.

Os ranchos ficam em um condomínio de alto padrão na cidade.

As vítimas foram amarradas e, em determinado momento, os criminosos atiraram contra João Anaides.

Conforme Paniago, a polícia ainda investiga a razão pela qual o advogado foi executado. A princípio, a polícia acredita em latrocínio (roubo seguido de morte).

Ainda segundo Paniago, o veículo de João Anaide foi levado pelos criminosos, assim como vários outros carros e objetos de valores de outras vítmas que estavam no local.

O carro do advogado foi encontrado pela polícia em uma região de mata na manhã deste domingo (18).

A diretora da OAB de Rondonópolis emitiu uma nota de pesar pela morte do profissional e exigiu a imediata apuração do ocorrido.

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“Externamos a todos os amigos e familiares os nossos sinceros sentimentos e orações”, diz trecho da nota.

Não há informações sobre o velório.

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POLICIAL

Helicóptero que caiu com 300 kg de cocaína está em nome de policial civil do DF

Droga foi encontrada pela Polícia Federal, neste domingo (1º), em área de fazenda, no Pantanal de Mato Grosso. Policial disse que vendeu aeronave em maio

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O helicóptero que caiu na região do Pantanal, em Mato Grosso, com aproximadamente 300 kg de cocaínaestá no nome de um policial civil do Distrito Federal. A aeronave foi encontrada no domingo (1º), em uma fazenda, no município de Poconé (MT), durante uma investigação da Polícia Federal.

Na matrícula da aeronave, na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consta que o dono da aeronave é o papiloscopista policial Ronney José Barbosa Sampaio. O servidor público disse ao G1 que vendeu o helicóptero em maio.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual quando vende um carro. Se o comprador não for lá e fizer a transferência para ele também, ele continua no meu nome”, disse o policial.

De acordo com o agente da Polícia Civil do DF, o helicóptero foi vendido para um homem que mora em Mato Grosso do Sul (MS). A reportagem tenta contato com o comprador, mas o telefone informado pelo policial está desligado.

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Segundo Ronney Sampaio, o helicóptero não poderia ter sido usado, pois não estava em condições de voo. “Ele não estava aeronavegável e não tinha autorização para voar”, contou.

“Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento dele, eu vendi. O recibo da venda do helicóptero foi feito em 25 de maio deste ano”, diz o policial civil.

Segundo o Portal da Tranparência do Distrito Federal, a última remuneração do policial civil, em junho foi de R$ 19.746,02. O salário médio dele é de cerca de R$ 12 mil.

Tráfico internacional de drogas

A Polícia Federal monitorava uma possível situação de tráfico internacional de drogas quando encontrou o helicóptero. A aeronave, modelo Robinson R-44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída, no chão, e com sacos de droga ao redor.

De acordo com a PF, o helicóptero é avaliado em aproximadamente R$ 450 mil e tem capacidade para transportar até três passageiros, além do piloto, e carga máxima de 340 kg. O caso é investigado pela Polícia Federal de Mato Grosso.

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