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POLICIAL

Com a mão enfaixada, ex de Muvuca diz viver “um novo recomeço”

Ela foi alvo de tiros de jornalista e ficou uma semana internada; ele atirou na própria cabeça e morreu

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A empresária Nádia Mendes Vilela, de 33 anos, baleada no dia 28 de junho pelo ex-namorado, o jornalista José Marcondes Neto, o Muvuca, publicou a primeira foto após deixar o hospital em que ficou internada.

Na mensagem, a empresária agradeceu o apoio recebido, citou Deus e disse que vive um novo recomeço. Ela afirmou que vem se readaptando à sua vida e rotina.

Na imagem, Nádia aparece com a mão enfaixada, local onde o tiro a acertou.

“Está me permitindo a cada dia um novo recomeço, aos poucos tudo vem ganhando forma novamente […] Serei eternamente grata”, disse em um trecho da mensagem.

Quando o crime aconteceu, ela estava em seu estabelecimento – uma farmácia – em Tangará da Serra (a 244 quilômetros de Cuiabá).

Muvuca se recusava a aceitar o término do relacionamento e tentava reatar com a ex. Após uma discussão, ele atirou diversas vezes em direção a Nádia e, em seguida, deu um tiro em sua própria cabeça. Ele faleceu no mesmo dia em que cometeu o crime, enquanto Nádia ficou internada durante uma semana.

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Leia a mensagem na íntegra:

Como Deus és lindo e tremendo, na sua infinita misericórdia e bondade está me permitindo a cada dia um novo recomeço, aos poucos tudo vem ganhando forma novamente. Agradeço a todos aqueles que estão e estiveram ao meu lado, torcendo pela minha recuperação, orando, chorando e suplicando pela minha vida. Cada um de vocês tem um lugarzinho especial em meu coração, serei eternamente grata.

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POLICIAL

Helicóptero que caiu com 300 kg de cocaína está em nome de policial civil do DF

Droga foi encontrada pela Polícia Federal, neste domingo (1º), em área de fazenda, no Pantanal de Mato Grosso. Policial disse que vendeu aeronave em maio

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O helicóptero que caiu na região do Pantanal, em Mato Grosso, com aproximadamente 300 kg de cocaínaestá no nome de um policial civil do Distrito Federal. A aeronave foi encontrada no domingo (1º), em uma fazenda, no município de Poconé (MT), durante uma investigação da Polícia Federal.

Na matrícula da aeronave, na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consta que o dono da aeronave é o papiloscopista policial Ronney José Barbosa Sampaio. O servidor público disse ao G1 que vendeu o helicóptero em maio.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual quando vende um carro. Se o comprador não for lá e fizer a transferência para ele também, ele continua no meu nome”, disse o policial.

De acordo com o agente da Polícia Civil do DF, o helicóptero foi vendido para um homem que mora em Mato Grosso do Sul (MS). A reportagem tenta contato com o comprador, mas o telefone informado pelo policial está desligado.

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Segundo Ronney Sampaio, o helicóptero não poderia ter sido usado, pois não estava em condições de voo. “Ele não estava aeronavegável e não tinha autorização para voar”, contou.

“Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento dele, eu vendi. O recibo da venda do helicóptero foi feito em 25 de maio deste ano”, diz o policial civil.

Segundo o Portal da Tranparência do Distrito Federal, a última remuneração do policial civil, em junho foi de R$ 19.746,02. O salário médio dele é de cerca de R$ 12 mil.

Tráfico internacional de drogas

A Polícia Federal monitorava uma possível situação de tráfico internacional de drogas quando encontrou o helicóptero. A aeronave, modelo Robinson R-44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída, no chão, e com sacos de droga ao redor.

De acordo com a PF, o helicóptero é avaliado em aproximadamente R$ 450 mil e tem capacidade para transportar até três passageiros, além do piloto, e carga máxima de 340 kg. O caso é investigado pela Polícia Federal de Mato Grosso.

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