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POLICIAL

Esposa de DJ Ivis expõe espancamentos do marido em vídeos nas redes sociais; CENAS FORTES

Pamella Holanda teria procurado a polícia no dia 3 de junho, mas artista não foi preso pois agressões teriam ocorrido no dia 1º. Produtor de Xand, do Aviões do Forró, Ivis foi desligado da empresa após divulgação dos vídeos

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Pamella Holanda, esposa de Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, expõs em seu perfil no Instagram neste domingo (11) diversos vídeos de agressões e espancamentos que foi vítima do marido. Em algumas imagens, a mulher aparece com a filha do casal, ainda bebê.

Além dos vídeos, Pamella também postou fotos de como o seu rosto teria ficado após as agressões.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSPDS), Pamella registrou ocorrência de lesão corporal no âmbito da violência doméstica em 3 de junho, no Eusébio, município da Região Metropolitana de Fortaleza. Um inquérito policial foi instaurado, mas o DJ não foi preso porque as agressões teriam ocorrido no dia 1º.

O caso teve repercussão nas redes sociais e o próprio DJ gravou vídeos em seu Instagram dizendo que era “vítima” de agressões da mulher.

Ele chegou a publicar vídeos em que a mulher tenta agredi-lo e diz ter chamado um amigo, chamado Charles, para morar com a família para tentar evitar as brigas.

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“Não estou tentando justificar nada. Eu vou mostrar provas. Não justifica nada do que fiz”, disse ele, expondo “metas” para 2020, em que a esposa teria escrito que passou por agressões em outro relacionamento.

“Nada vai justificar a atitude que eu tive, mas não aguentava mais chantagem”, disse o dj, que afirmou ainda que já tentou se matar.

Ivis é produtor de Xand Avião desde a época do Aviões do Forró e, neste ano, se lançou como artista. A produtora Vybbe, responsável pelos contratos do DJ, disse que ele foi desligado da empresa após a divulgação dos vídeos.

Pelas redes sociais, Xand disse que viu os vídeos e que é “coisa muito séria”. “Não compactuo com nennuma violência e muito menos com uma mulher”, disse o artista afirmando que colocou a equipe à disposição de Pamella.

Veja os vídeos dos espancamento (Cenas fortes)

 

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POLICIAL

Helicóptero que caiu com 300 kg de cocaína está em nome de policial civil do DF

Droga foi encontrada pela Polícia Federal, neste domingo (1º), em área de fazenda, no Pantanal de Mato Grosso. Policial disse que vendeu aeronave em maio

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O helicóptero que caiu na região do Pantanal, em Mato Grosso, com aproximadamente 300 kg de cocaínaestá no nome de um policial civil do Distrito Federal. A aeronave foi encontrada no domingo (1º), em uma fazenda, no município de Poconé (MT), durante uma investigação da Polícia Federal.

Na matrícula da aeronave, na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consta que o dono da aeronave é o papiloscopista policial Ronney José Barbosa Sampaio. O servidor público disse ao G1 que vendeu o helicóptero em maio.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual quando vende um carro. Se o comprador não for lá e fizer a transferência para ele também, ele continua no meu nome”, disse o policial.

De acordo com o agente da Polícia Civil do DF, o helicóptero foi vendido para um homem que mora em Mato Grosso do Sul (MS). A reportagem tenta contato com o comprador, mas o telefone informado pelo policial está desligado.

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Segundo Ronney Sampaio, o helicóptero não poderia ter sido usado, pois não estava em condições de voo. “Ele não estava aeronavegável e não tinha autorização para voar”, contou.

“Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento dele, eu vendi. O recibo da venda do helicóptero foi feito em 25 de maio deste ano”, diz o policial civil.

Segundo o Portal da Tranparência do Distrito Federal, a última remuneração do policial civil, em junho foi de R$ 19.746,02. O salário médio dele é de cerca de R$ 12 mil.

Tráfico internacional de drogas

A Polícia Federal monitorava uma possível situação de tráfico internacional de drogas quando encontrou o helicóptero. A aeronave, modelo Robinson R-44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída, no chão, e com sacos de droga ao redor.

De acordo com a PF, o helicóptero é avaliado em aproximadamente R$ 450 mil e tem capacidade para transportar até três passageiros, além do piloto, e carga máxima de 340 kg. O caso é investigado pela Polícia Federal de Mato Grosso.

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