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Força tática prende casal suspeito de tráfico de drogas em VG, veja vídeos

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Mais um trabalho de investigação com êxito do 2º comando regional da força tática e do 4º batalhão da policia militar de Várzea Grande, tiraram de circulação criminosos que vinham praticando crime de trafico de drogas, roubo de veiculo e falsificação de documentos

Como relato da equipe 2º comando de força tática da PM, sendo que através de informações dos plantonistas, que avia suspeito com veiculo vw gol que poderia ser produto de roubo diante disso os policias começaram fazer ronda pela aproximidade da Rua Governador Frederico e perceberem o veiculo estacionado e um casal saindo do mesmo, no ato da abordagem o rapaz apresentou o documento RG com nome de Lucas Antonio Lemes, e a mulher como Jackeline Cristiane Pereira.

Durante a busca no interior do veículo os polícias encontraram dois tabletes de substância análoga de maconha embalada a vácuo com logotipo do tio patinhas, os meliante disse que o documento não era dele que conseguiu pelo um valor de R$ 500,00, no momento foi dado a voz de prisão pelo crime por uso de documento falso e falsidade ideológica, em seguida os policias deslocaram até o endereço informado pela dupla na rua Marília bairro Cidade de Deus a casa abandona, no local os encontraram apenas os apetrechos de embalagem de papeis no embalo de substância, o casal informaram outro endereço na rua 23 do Bairro Paiaguas, a casa servia como um depósito de entorpecentes da organização criminosa na qual eles pertencem, no interior da residência localizaram diversos produtos do crime organizado.

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Na operação foram aprendidos: 17 porções media de substância análoga de pasta base, 07 tabletes de substância maconha, 1.064 tabletes substância análoga a maconha, 02 pacotes de a maconha gold, 08 porções grande análoga a maconha, 01 saco grande de substância análoga a acido bórico, 02 sacos médios de substância análoga acido bórico, 01 saco preto conteúdo vários pedaços de substância análoga não embalada, 01 frasco de removex, 02 frasco de acetona, 02 frasco de lidocaína, 01 panela com talheres e um faca com resido com substância análoga a basta base, duas balanças de precisão, 01 rolo de papel filme, 172 munições calibre 762 intactas, 09 munições calibre 12 intactas, 14 munições calibre 38, 02 aparelhos de celulares, R$ 2.685,00 em dinheiro no qual foi relatado pela Jackeline que a quantia supra foi adquirido pelo trafico de entorpecentes foi localizado no interior da casa um caderno de anotações do trafico com grandes movimentações financeiras, foi também aprendido um veiculo vw gol que o casal utilizavam no ato da abordagem, após todas as diligencias o casal foram encaminhados a central de flagrâncias para as devidas providências.

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Ex-delegado é preso em Cuiabá por mandar matar mãe e filho

Edgar Fróes deixou de cumprir por completo os acórdãos previstos na concessão do regime semiaberto; ele é condenado a 35 anos de prisão por duplo homicídio

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O ex-delegado da Polícia Civil, Edgar Fróes, 73 anos, considerado foragido da Justiça desde 2019, foi condenado a mais de 35 anos de prisão por duplo homicídio e corrupção ativa. O mandado de prisão foi cumprido pela Gepol (Gerência Estadual de Polinter e Capturas da Polícia Civil) no apartamento dele no bairro Goiabeiras, na sexta-feira (29).

No dia 11 de maio, o juiz Geraldo Fernandes Fidelis Neto citou, na decisão, que Fróes deixou de cumprir por completo os acórdãos previstos na concessão do regime semiaberto ao abandonar o apartamento onde deveria cumprir a condenação. Ao ter o pedido de prisão domiciliar negado, foi determinado que o ex-delegado passasse a cumprir os 27 anos, 10 meses e 18 dias que faltam em regime fechado.

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O réu está envolvido no crime conhecido como “Caso Shangri-lá” e, sobre ele, caem duas condenações. A primeira de 30 anos e 8 meses de reclusão pelos homicídios da advogada Marluce Maria Alves, 53 anos, e do filho dela, o bancário Rodolfo Alves de Almeida Lopes, 24 anos. As vítimas foram mortas no bairro onde moravam no dia 18 de março de 2004. O ex-delegado teria contratado os pistoleiros que mataram as vítimas. A segunda condenação, de 4 anos e 8 meses, é pela prática de corrupção passiva.

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Após a condenação, Fróes teve permissão para pernoitar em sua casa nos 90 primeiros dias de liberdade. Além disso, deveria comparecer mensalmente ao juízo para dar conta de suas atividades. Porém, isso aconteceu uma única vez, na data de 18 de dezembro de 2009. O réu só reapareceu, no dia 28 de setembro de 2011, em audiência de justificação onde alegou problemas de saúde e a impossibilidade de comparecer à Casa do Albergado, local onde outros condenados devem se recolher diariamente das 19h às 06h.

De acordo com Fidélis, Fróes foi preso em 16 de abril de 2004, permanecendo segregado até 22 de setembro de 2009, quando progrediu para o regime semiaberto, após cumprir 5 anos, 5 meses e 6 dias de pena.

 

Já sob o risco de ter o regime regredida, a defesa de Fróes reuniu uma série de pedidos e atestados médicos que foram analisados e resultaram na unificação das penas e expedição de mandado de prisão em 10 de maio de 2016 e 15 de abril de 2019.

 

O caso

A polícia descobriu por que o delegado Edgard Fróes mandou matar a advogada Marluce Maria Alves, 53, e seu filho Rodolfo Alves Lopes, 24. Os dois foram assassinados no dia 18 de março dentro da própria residência no bairro Sangri-lá. O depoimento de duas testemunhas, ocorridos na noite de ontem, foi fundamental para a polícia chegar ao desfecho do crime.

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O primeiro a depor, o agiota Trajano Souza Filho, contou que a empresária lhe devia R$ 32 mil, resultado de vários empréstimos.

Como não estava conseguindo quitar a dívida, Trajano começou a fazer cobranças e a intimidar a advogada. O filho de Marluce resolveu então ir à delegacia do Porto, onde o delegado Edgard Fróes trabalhava, para registrar uma ocorrência.

O delegado, que era amigo da empresária, propôs um acordo entre o agiota e Marluce. “Ele (Edgard Fróes) fez da delegacia um balcão de negócios”, destaca o advogado das vítimas, José Geovaldo da Silva.

Conforme o advogado, Marluce, Fróes e Trajano fizeram um contrato por escrito estipulando os valores a serem quitados e as datas dos pagamentos.

No dia do acordo, a empresária pagou a Trajano R$ 6 mil em dinheiro, além de dois cheques no valor de R$ 5 mil cada um. Ficou estabelecido que ela pagaria o restante em prestações de R$ 5 mil. O dinheiro seria entregue ao delegado que repassaria ao agiota.

Nas datas previstas no contrato a empresária procurou o delegado Edgard Fróes e pagou mais três “prestações” de R$ 5 mil cada uma. Para comprovar que tinha recebido o dinheiro, o delegado emitiu recibos à Marluce. O delegado, porém, não repassou os R$ 15 mil ao agiota. O que se segue depois é o trágico assassinato de mãe e filho.

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