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Polícia identifica bandidos mortos em confronto com o Bope em MT

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A Polícia Militar identificou três dos quatro criminosos que morreram no confronto com o Batalhão de Operação Especiais (Bope) na quinta-feira (10) em Nova Bandeirantes ( a 1.200 km de Cuiabá). Eles tinham passagens pelos crimes de roubo, furto e tráfico de drogas. O grupo é responsável por roubar duas agências bancárias no município no dia 4 de junho.

Romário de Oliveira Batista, de 35 anos, tinha passagens criminais por um furto cometido na Bahia e roubo cometido no estado de Pernambuco em 2011.  Já Maciel Gomes de Oliveira, de 37 anos, conhecido como “Marcio Gordo”, também tinha passagens criminais por furto qualificado, porte ilegal de arma de fogo e roubo em Pernambuco.

Em 2019, ele havia sido colocado em liberdade depois de ter cometido um roubo a banco no estado. Depois do ocorrido, Maciel veio para Mato Grosso onde foi abordado por policiais militares no mês de maio por suspeita de estar envolvido no tráfico de drogas, no entanto foi liberado.

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O terceiro criminoso foi identificado como Luiz Miguel Melek, de 40 anos. Segundo a PM, ele é morador do município de Alta Floresta ( a 790 km de Cuiabá) e não tinha passagens criminais. Entretanto, ele tinha um mandado de prisão em aberto contra ele.

O quarto bandido morto no confronto ainda não foi identificado.

Confronto com o Bope

Segundo as informações da PM, uma equipe da Força Tática foi acionada depois que os agentes do Bope avistaram uma caminhonete tentando fugir de uma das barreiras policiais montadas no município na quinta-feira (10). Os criminosos abandonaram o veículo e fugiram para a região de mata.

Logo depois, os agentes do Bope entraram no matagal e conseguiram localizar quatro bandidos, que efetuaram vários tiros na direção dos agentes. Os policiais revidaram os disparos e atingiram os criminosos. A quadrilha foi socorrida até o hospital, no entanto, não resitiu.

Dinheiro recuperado

Os agentes conseguiram recuperar R$ 164,7 mil que havia sido roubado de duas agências bancárias na cidade de Nova Bandeirantes ( a 1.200 km de Cuiabá) no dia 4 de junho. O dinheiro foi encontrado em uma caminhonete usada pelos quatro criminosos.

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Helicóptero que caiu com 300 kg de cocaína está em nome de policial civil do DF

Droga foi encontrada pela Polícia Federal, neste domingo (1º), em área de fazenda, no Pantanal de Mato Grosso. Policial disse que vendeu aeronave em maio

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O helicóptero que caiu na região do Pantanal, em Mato Grosso, com aproximadamente 300 kg de cocaínaestá no nome de um policial civil do Distrito Federal. A aeronave foi encontrada no domingo (1º), em uma fazenda, no município de Poconé (MT), durante uma investigação da Polícia Federal.

Na matrícula da aeronave, na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consta que o dono da aeronave é o papiloscopista policial Ronney José Barbosa Sampaio. O servidor público disse ao G1 que vendeu o helicóptero em maio.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual quando vende um carro. Se o comprador não for lá e fizer a transferência para ele também, ele continua no meu nome”, disse o policial.

De acordo com o agente da Polícia Civil do DF, o helicóptero foi vendido para um homem que mora em Mato Grosso do Sul (MS). A reportagem tenta contato com o comprador, mas o telefone informado pelo policial está desligado.

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Segundo Ronney Sampaio, o helicóptero não poderia ter sido usado, pois não estava em condições de voo. “Ele não estava aeronavegável e não tinha autorização para voar”, contou.

“Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento dele, eu vendi. O recibo da venda do helicóptero foi feito em 25 de maio deste ano”, diz o policial civil.

Segundo o Portal da Tranparência do Distrito Federal, a última remuneração do policial civil, em junho foi de R$ 19.746,02. O salário médio dele é de cerca de R$ 12 mil.

Tráfico internacional de drogas

A Polícia Federal monitorava uma possível situação de tráfico internacional de drogas quando encontrou o helicóptero. A aeronave, modelo Robinson R-44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída, no chão, e com sacos de droga ao redor.

De acordo com a PF, o helicóptero é avaliado em aproximadamente R$ 450 mil e tem capacidade para transportar até três passageiros, além do piloto, e carga máxima de 340 kg. O caso é investigado pela Polícia Federal de Mato Grosso.

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