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POLICIAL

Polícia prende mais um suspeito de integrar Novo Cangaço

Assalto aconteceu no dia 4 de junho, quando ladrões fortemente armados roubaram duas cooperativas

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Mais um suspeito de envolvimento na quadrilha do Novo Cangaço, que assaltou duas cooperativas de crédito em Nova Bandeirantes (a 1.005 km de Cuiabá), foi preso na manhã desta sexta (9), no distrito de Japuranã, no município.

De acordo com informações da Polícia Militar, a identidade do homem ainda não foi confirmada.

Trata-se da quinta prisão de suspeitos pelo crime. Edenicio Pereira Cavalcante, vulgo “Coroinha”, Josias Silveira, Franklis Souza de Jesus e Valdecir Salles Barboza também já haviam sido presos anteriormente durante operação realizada pela Segurança Pública na região.

Ao todo são nove mortos em confrontos com a PM.

O primeiro aconteceu no dia 10 de junho, resultando na morte de Romário de Oliveira Batista, Luiz Miguel Melek e Maciel Gomes de Oliveira e Waldeir Porto Costa.

No segundo, em 21 de junho, morreram Diego de Almeida Costa e Adailton Santos da Silva.

Em 26 de junho, duas trocas de tiros resultaram na morte de dois assaltantes da quadrilha. Além de Samuel, Francisco de Assis Cavalcante dos Santos também morreu no mesmo confronto.

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No mesmo dia,  Franklis Souza de Jesus, que estavam com mais de R$ 134 mil, tentou furar uma barreira policiais e foi preso.

Já em 28 de junho, um novo confronto com as forças de segurança terminou na morte de Cristiano de Jesus Nunes.

O crime aconteceu no dia 4 de junho, quando homens fortemente armados invadiram a cidade, fizeram reféns e dispararam contra imóveis.

Eles então roubaram duas cooperativas de crédito e fugiram da cidade levando os reféns como escudo humano.

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POLICIAL

Helicóptero que caiu com 300 kg de cocaína está em nome de policial civil do DF

Droga foi encontrada pela Polícia Federal, neste domingo (1º), em área de fazenda, no Pantanal de Mato Grosso. Policial disse que vendeu aeronave em maio

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O helicóptero que caiu na região do Pantanal, em Mato Grosso, com aproximadamente 300 kg de cocaínaestá no nome de um policial civil do Distrito Federal. A aeronave foi encontrada no domingo (1º), em uma fazenda, no município de Poconé (MT), durante uma investigação da Polícia Federal.

Na matrícula da aeronave, na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), consta que o dono da aeronave é o papiloscopista policial Ronney José Barbosa Sampaio. O servidor público disse ao G1 que vendeu o helicóptero em maio.

“Eu tenho todos os documentos da venda do helicóptero, fiz a transferência da minha parte. Mas esse processo é igual quando vende um carro. Se o comprador não for lá e fizer a transferência para ele também, ele continua no meu nome”, disse o policial.

De acordo com o agente da Polícia Civil do DF, o helicóptero foi vendido para um homem que mora em Mato Grosso do Sul (MS). A reportagem tenta contato com o comprador, mas o telefone informado pelo policial está desligado.

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Segundo Ronney Sampaio, o helicóptero não poderia ter sido usado, pois não estava em condições de voo. “Ele não estava aeronavegável e não tinha autorização para voar”, contou.

“Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento dele, eu vendi. O recibo da venda do helicóptero foi feito em 25 de maio deste ano”, diz o policial civil.

Segundo o Portal da Tranparência do Distrito Federal, a última remuneração do policial civil, em junho foi de R$ 19.746,02. O salário médio dele é de cerca de R$ 12 mil.

Tráfico internacional de drogas

A Polícia Federal monitorava uma possível situação de tráfico internacional de drogas quando encontrou o helicóptero. A aeronave, modelo Robinson R-44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída, no chão, e com sacos de droga ao redor.

De acordo com a PF, o helicóptero é avaliado em aproximadamente R$ 450 mil e tem capacidade para transportar até três passageiros, além do piloto, e carga máxima de 340 kg. O caso é investigado pela Polícia Federal de Mato Grosso.

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