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Bolsonaristas vão às ruas e esperam “maior carreata da história”

Organização acredita que manifestação no domingo será uma das maiores já vistas na Capital

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Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vão às ruas no próximo domingo (1º) para pedir voto impresso nas eleições de 2022. A carreata com adesivaço terá sua concentração na Praça das Bandeiras, a partir das 15h, e seguirá até a Praça o de Abril, em frente ao Choppão.

O voto impresso é uma pauta defendida pelo presidente, que diz existir a possibilidade de fraude caso não haja auditagem dos votos. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já se manifestou sobre o caso, afirmando que o voto impresso é que irá potencializar a chance de fraudes.

Um dos organizadores do evento, o ativista político Leandro Figueiredo diz que espera uma adesão grande ao evento.

“Esperamos que seja uma das maiores manifestações a favor do presidente, desde o dia em que ele assumiu o Governo. É uma pauta que ele sempre defendeu e há um movimentação nacional muito forte, inclusive com manifestação de artistas a favor”, disse.

Segundo Leandro, durante a carreata, a matéria será esclarecida à população, a fim de desmistificar argumentos contrários que apontam retrocesso na implantação do voto impresso no país.

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“Queremos o voto auditável pela transparência [que ele traz ao processso] e vamos explicar isso. Tem gente que acha que vai levar o papel impresso para casa, e não é nada disso. Simplesmente vai conferir o papel impresso que vai para a urna com o que você digitou”, afirmou.

“Acho que tudo que for dar mais confiança, que for melhor, tem que ser feito. Se eu compro uma balinha para a minha filha, eu posso exigir o cupom fiscal, porque não poder auditar [os votos] no dia seguinte à eleição, se for possível?”, questionou.

Na Capital, o evento deve contar com a participação de políticos bolsonaristas, como é o caso do deputado estadual Gilberto Cattani (PSL), que já se manifestou nas redes sociais a favor do ato.

“Vamos participar desta carreata para mostrarmos realmente a opinião popular sobre o voto impresso. Se a esquerda está contra esta proposta, seguramente ela é boa para nosso país”, afirmou.

Ato nacional

A manifestação pró-Bolsonaro deve ocorrer em todo o país e está sendo convocada pelo próprio presidente, ale de congressistas que o apoiam, como a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), autora da PEC 135/2019, que estabelece o voto impresso.

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Ela inclusive gravou um vídeo convocando os cuiabanos a participarem do ato.

Veja abaixo:

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Médica que atropelou verdureiro em Cuiabá será levada a júri popular

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A médica Letícia Bortolini, acusada de atropelar e matar o verdureiro Francisco Lúcio Maia, de 48 anos, será levada a júri popular. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (8), pelo juiz Flávio Miraglia Fernandes, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, e acata um pedido feito pelo Ministério Público de Mato Grosso.

A ré responderá por homicídio qualificado pelo meio de que possa resultar perigo comum, além de omissão de socorro, se afastar do local do sinistro para fugir à responsabilidade e conduzir embriagada.

O promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins explica que a qualificadora emprego de meio de que possa resultar perigo comum é aquela que expõe, além da vítima, um número indeterminado de pessoas a uma situação de provável dano.

Para ele, a testemunha ocular Bruno Duarte Pereira de Lins, que presenciou os fatos porque ajudava Francisco a empurrar o carrinho, poderia ter sido também vítima do atropelamento.

O crime

Conforme o processo judicial, o crime aconteceu em 14 de abril de 2018, na avenida Miguel Sutil, no bairro Cidade Verde. Letícia estava acompanhada do marido e tinha acabado de sair de um festival de churrasco.

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De acordo com a denúncia da Promotoria, a médica havia consumido bebida alcoólica no evento, antes de dirigir, fato este negado pela condutora.

No caminho de volta para casa, a motorista atropelou Francisco que estava atravessando a via, com seu carrinho de verduras. A vítima não resistiu e faleceu no local.

Após o atropelamento, Letícia seguiu em direção ao condomínio fechado onde reside, alegando que achava que havia batido em uma placa. Em sua versão, quando estava em casa foi comunicada do acidente.

“[…] havendo elementos para a pronúncia daqueles que estão sendo acusados da prática de crime doloso contra a vida, os autos serão levados ao julgamento pelo Tribunal do Júri e lá serão analisadas as provas em relação aos outros crimes conexos a este”, justifica o juiz.

Fernandes pontua ainda que após analisar os elementos de informação e provas apresentadas durante o processo, existem indícios suficientes contra Letícia, por isso a médica deve ser pronunciada, ou seja, submetida ao Tribunal.

“Assim, analisando as provas produzidas entendo que restou suficientemente demonstrada a autoria da ré e a somatória das circunstâncias ambientais envolvidas, reprisese, a acusada estava com a capacidade psicomotora alterada ainda assim assumiu direção do veículo dirigindo-o em velocidade muito superior à permitida, assumiu o risco de produzir resultado lesivo previsível, atuando com indiferença diante de tal possibilidade e também não parou para prestar socorro à vítima, logo atraiu o dolo eventual em tese, o que consequentemente afugenta de imediato a desclassificação, devendo ser submetida a julgamento pelo Tribunal do Júri”, reforça.

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