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PSD nega irregularidades em notas promissórias apreendidas na casa do ex-secretário Borgato

Segundo a sigla, as “intimações de notas promissórias” se tratavam de uma transação comercial do partido com uma empresa

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O Diretório Regional do Partido Social Democrático (PSD) em Mato Grosso negou irregularidades nas notas promissórias apreendidas pela Polícia Federal (PF) durante o cumprimento de prisão e busca e apreensão na casa do ex-secretário de Ciência e Tecnologia (Secitec) Nilton Borgato, filiado do partido, durante a Operação Descobrimento.

Conforme noticiou o Jornal A Gazeta nesta terça-feira (3), a PF encontrou 3 listas contendo nomes de candidatos e políticos do PSD e PP, com citação de valores financeiros.

Por meio de nota, a direção da legenda afirmou que os documentos se tratavam de “intimações de notas promissórias”, instrumento utilizado para notificar alguém acerca da existência de uma dívida.

Segundo a sigla, as intimações se tratavam de uma transação comercial do partido com uma empresa, que já foi negociada e cujos pagamentos são feitos conforme acordo entre as partes.

“Tal relação, inclusive, já foi exaustivamente investigada pelas autoridades competentes, tendo seu arquivamento sido pedido pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, o que foi acatado pela Justiça diante a ausência de qualquer indício de irregularidade”, cita.

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Ao final, a legenda pontuou que está à disposição das autoridades para eventuais esclarecimentos necessários.

Entenda

Filiado ao PSD desde setembro de 2015, Nilton Borgato atualmente é membro da direção estadual e suplente do Conselho de Ética Partidário. Antes, Borgato era filiado ao PP, onde chegou a ser eleito em 2012 prefeito do município de Glória D’Oeste.
O ex-secretário foi preso no último dia 19 de abril pela Polícia Federal da Bahia durante a Operação Descobrimento, que desarticulou uma organização criminosa de tráfico de cocaína para a Europa.

Além dele, o lobista Rowles Magalhães e a doleira Nelma Kodama, primeira delatora da Operação Lava Jato foram presos ns investigações. Borgatto era conhecido na organização criminosa como ‘Índio’ e era do 1º escalação da quadrilha junto com Rowles e Nelma.

Veja a nota do PSD na íntegra:

A respeito da informação sobre a localização de duas intimações de notas promissórias encontradas no apartamento do Sr. Nilton Borges Borgatto, o Diretório Regional de Mato Grosso do Partido Social Democrático vem a público esclarecer que:

– Ao contrário do que foi amplamente noticiado, intimações de notas promissórias não são notas promissórias propriamente ditas. Trata-se de instrumento utilizado para notificar alguém acerca da existência de uma dívida;

o caso em questão, a intimação tratava de um débito do PSD-MT, o que justifica a posse de tais documentos com o Sr. Borgatto, integrante da sigla;

– As intimações tratavam de uma transação comercial do partido com uma empresa, que já foi negociada e cujos pagamentos são feitos conforme acordo entre as partes;

– Tal relação, inclusive, já foi exaustivamente investigada pelas autoridades competentes, tendo seu arquivamento sido pedido pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal, o que foi acatado pela Justiça diante a ausência de qualquer indício de irregularidade;

– O PSD-MT permanece, como sempre, à disposição das autoridades para eventuais esclarecimentos complementares que se fizerem necessário.

Da Redação

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Disputa por cadeira no Senado registra 8 nomes para única vaga

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Cargo mais cobiçado do que o de governador, a disputa ao Senado neste ano em Mato Grosso já conta com 8 pré-candidaturas, seguindo a tendência das duas últimas disputas  que chegaram a ter 11 pessoas disputando a preferência do eleitorado.

Além da briga entre o senador Wellington Fagundes (PL) e o deputado Neri Geller (PP), para saber quem estará na chapa de reeleição do governador Mauro Mendes (União), outros 6 nomes aparecem com a intenção de disputar a única vaga ao Senado neste ano.

Natasha Slhessarenko (PSB) lançou a sua pré-candidatura no mês passado e tem percorrido Mato Grosso na busca de viabilizar-se para a disputa. Um dos entraves para a médica, contudo, é saber em qual palanque estará.

Nacionalmente, o PSB lançou o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, como vice na chapa do ex-presidente Lula (PT), que é pré-candidato à presidência pela federação PT-PCdoB e PV. A lógica, neste caso, seria Natasha disputar ao Senado na chapa da federação no estado.

Porém, o presidente estadual da sigla, deputado Max Russi (PSB) não esconde de ninguém a sua intenção de ficar na chapa do governador, que apoiará a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Outra alternativa seria lançar uma chapa solo, no entanto, Natasha ficaria com o tempo de TV apenas da própria legenda.

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Já o PTB tem como pré-candidato o presidente da Aprosoja Brasil, Antônio Galvan. Ele disputa os votos dos bolsonaristas em Mato Grosso, e tem incomodado Wellington Fagundes, que tenta conquistar o apoio dos seguidores do presidente recém-filiados ao PL.

Outro nome feminino que surge como opção é o da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, filiada ao PV. O nome dela foi colocado pelo Partido Verde, que também tem o nome do vice-prefeito de Cuiabá, José Roberto Stopa, para concorrer ao governo.

Nos bastidores, o que se comenta é que o nome de Márcia faz parte de uma estratégia do prefeito da Capital, Emanuel Pinheiro (MDB), que busca ter um nome à majoritária de sua confiança para fortalecer o projeto de reeleição do seu filho, o deputado federal Emanuelzinho (MDB).

Já outros nomes surgem recentemente como o de Flávio Frical, que perdeu a disputa pela prefeitura de Várzea Grande em 2020, e será lançado ao Senado no dia 25 de maio pelo Pros.

O vereador de Cuiabá Kássio Coelho foi lançado pelo Patriota para a disputa ao Senado. O último nome que se colocou à disposição até o momento para o Senado foi James Cabral (PT), irmão do deputado Lúdio Cabral (PT), que disputou a prefeitura de Cáceres em 2020.

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Neste ano, estará em disputa uma única vaga para o Senado, que hoje pertence a Wellington Fagundes, que tentará se reeleger.

Em 2018, quando duas vagas estavam em disputa, 11 candidatos concorreram as eleições, pleito em que a ex-juíza Selma Arruda foi eleita pelo extinto PSL e Jayme Campos pelo  DEM, que é União Brasil após se fundir com o PSL.

Porém, Selma Arruda foi cassada em dezembro de 2019, provocando uma eleição suplementar para escolher um novo nome. A disputa ocorreu em novembro de 2020, quando Carlos Fávaro se elegeu, disputando com 10 nomes.

Candidatos em 2018

Jayme Campos (DEM)
Selma Arruda (PSL)
Carlos Fávaro (PSD)
Nilson Leitão (PSDB)
Adilton Sachetti (PRB)
Profº Maria Lúcia (PCdoB)
Procurador Mauro (Psol)

Waldir Caldas (Novo)
Profº Aladir (PPL)
Gilberto Lopes (Psol)
Sebastião Carlos (Rede)

Candidatos em 2020

Carlos Fávaro (PSD)
Elizeu Nascimento (DC)
Euclides Ribeiro (Avante)
Feliciano Azuaga (Novo)
José Medeiros (Podemos)
Procurador Mauro (PSOL)
Nilson Leitão (PSDB)
Pedro Taques (SD)
Reinaldo Morais (PSC)
Coronel Fernanda (Patriota)
Valdir Barranco (PT)

2022

Wellington Fagundes (PL)
Neri Geller (PP)
Natasha Slhessarenko (PSB)
Antônio Galvan (PTB)
Flávio Frical (Pros)
Kássio Coelho (Patriota)
Marcia Pinheiro (PV)

Fonte: GD

 

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