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Sergio Ricardo cita legitimidade em indicação e rebate acusação de compra de vaga

O integrante da instituição participou nesta quarta-feira 03) de sua primeira sessão ordinária após o retorno depois de mais de cinco anos afastado

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Em tom irônico, o conselheiro Sérgio Ricardo citou a legitimidade de sua indicação ao Tribunal de Contas do Estado, classificou o seu afastamento do cargo como “injustiça” e garantiu que não pretende se aposentar antes dos 75 anos de idade. O integrante da instituição participou nesta quarta-feira (3) de sua primeira sessão ordinária após o retorno, após cinco anos afastado do cargo.

Para ele, a questão referente ao seu afastamento é “página virada”. “A gente espera um discurso triste, de magoas, de injustiçado e eu não me considero assim, de forma nenhuma. É página virada. Sou admirador de alguns personagens bíblicos e eles me dizem muito, dizem que ninguém chega à terra prometida sem passar pelo deserto. Cada um de nós tem o seu deserto para passar, muitas vezes cheio de injustiça, como foi o meu caso e o caso de outros colegas aqui, mas passou. Nem tudo são perdas, pode ser livramentos. Então, não considero que o tempo que passei fora daqui seja perda e sim livramento, para aprender mais e estar preparado. Tudo passou, e a vida nova e daqui pra frente”, disse o conselheiro.

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Por outro lado, Sérgio Ricardo fez questão de rebater, de forma irônica, as acusações de que ele comprou a cadeira de conselheiro no Tribunal.

“É uma fase muito importante que vamos atravessar daqui pra frente e todos nós estamos preparados. Eu estou preparado para estar aqui, e cheguei aqui por quem eu sempre fui. Eu fui trazido para essa cadeira, essa cadeira é minha, conquistada. O único capital que usei para estar aqui foi o capital político que utilizei por meio da Assembleia. Vim para cá por unanimidade, a minha votação foi unanime na Assembleia, vim pra cá por vontade de todos os deputados estaduais. Se existe legitimidade, ela está aí, na forma como eu fui conduzido para cá, na forma que eu conquistei essa cadeira”, disse afirmando que não pretende se aposentar do cargo tão cedo.

Sérgio Ricardo foi reintegrado ao Tribunal de Contas na semana passada por decisão do ministro Mauro Campbell Marques, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele é acusado de participar de um esquema que resultou na compra de uma vaga de conselheiro do Tribunal de Contas.

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E já aproveitou para mandar um recado para os instisfeitos: “E já faço um comunicado aqui, só sairei dessa cadeira aos 75 anos, e vai demorar um pouco. Então, a quem interessar possa, já fica aqui o comunicado. E é vida que segue”, finalizou.

Da Redaçao

 

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CUIABÁ

Emanuel Pinheiro consegue reverter afastamento e volta ao cargo de prefeito

A segunda medida que mantinha Emanuel Pinheiro fora do cargo foi revista pelo desembargador Luiz Ferreira da Silva

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Desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Luiz Ferreira da Silva revogou a decisão que determinava o afastamento de Emanuel Pinheiro do cargo de prefeito de Cuiabá. 

Emanuel Pinheiro estava afastado desde a deflagração da Operação Capistrum, em 19 de outubro. Duas decisões o mantinham longe do comando do Palácio Alencastro. Uma delas já tinha sido revertida no dia 19 de novembro. 

O magistrado acatou um recurso de medida cautelar protocolada pela defesa de Emanuel Pinheiro no dia 18, com base na decisão do ministro Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins. 

O ministro suspendeu a ordem judicial de manter o prefeito afastado por 90 dias por considerar que os documentos protocolados no processo não comprovam sem dúvida que o retorno de Pinheiro ao cargo atrapalharia as investigações. 

Na decisão, o desembargador substituiu o afastamento do prefeito por outras medidas. Emanuel Pinheiro não poder manter contato com os demais acusados de participar do esquema de contratação de servidores e pagamentos de prêmio-saúde de forma irregular. 

O contato está proibido “por qualquer meio físico ou eletrônico (telefone, WhatsApp, e-mail, etc.) ou por meio de interposta pessoa, com os outros investigados, exceto com a primeira-dama [Márcia Pinheiro] por questões óbvias”. 

O afastamento 

Emanuel Pinheiro foi afastado do cargo no dia 19 de outubro na deflagração da Operação Capistrum, do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco). O grupo investiga a formação de uma suposta organização criminosa na Secretaria de Saúde Cuiabá. 

O Ministério Público de Mato Grosso (MPE) diz que a organização tomava decisões que confrontavam as regras de gestão público, como o excesso de contratos temporários para servidores e pagamento irregular do prêmio-saúde. 

Na denúncia feita na semana passada, o MP caracteriza essas ações como crime de improbidade de administrativa, que teriam sido praticado para favorecer Emanuel Pinheiro politica e eleitoralmente junto a aliados

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