728x90 (1)

SAÚDE

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT), por meio da Secretaria Adjunta de Turismo (Seadtur), se reuniu de forma on-line com representantes do Turismo de 55 municípios, nesta quarta-feira (15.12). O objetivo foi discutir as novas regras para atualização do Mapa do Turismo de Mato Grosso. Conforme o secretário-adjunto de Turismo, Jefferson Moreno, o encontro prevê a estruturação de uma rota turística sólida no Estado. “Nossa finalidade é orientar os municípios sobre a importância de estarem incluídos no Mapa do Turismo, quais são as regras que o Ministério está propondo e quais são as normas que o Estado sugere, para assim organizarmos a cadeia de turismo em Mato Grosso”, explica. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, é preciso esclarecer aos municípios quais as especificações estabelecidas. “Esse é o momento de todos tomarem conhecimento sobre a forma de atuação de cada ente, tirar dúvidas e debater questões acerca da melhor maneira de desenvolver o turismo no Estado. É hora da retomada do setor e cada um tem a sua responsabilidade frente à recuperação do trade turístico, tanto União como governo do Estado e municípios”, frisa. Atualmente, o Mapa do Turismo de Mato Grosso contempla 14 regiões turísticas, sendo cinco formalizadas e 85 municípios incluídos. O Mapa do Turismo Brasileiro conta com 2.694 municípios, divididos em 333 regiões turísticas. A última versão foi divulgada em 2019, isso porque a atualização ocorre a cada dois anos. O encontro também tratou sobre a inserção de informações na Plataforma Integrada de Turismo (PIT), divulgação dos destinos turísticos municipais, apresentação de dados e informações sobre o turismo para inclusão no Observatório do Desenvolvimento e qualificação dos profissionais do setor. Para mais informações, entre em contato com a Seadtur pelos telefones: (65) 3613-9303/3613-9333.

Há 58 internações em UTIs públicas e 33 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 32% para UTIs e em 7% para enfermaria

Publicados

em

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (15.12), 555.092 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 14.023 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Até às 14h30 desta quarta, a SES não foi notificada pelos municípios de óbitos ocorridos nas últimas 48h.

Foram notificadas 219 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 555.092 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 1.263 estão em isolamento domiciliar e 539.288 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 58 internações em UTIs públicas e 33 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 32,40% para UTIs adulto e em 7% para enfermaria adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (114.501), Várzea Grande (41.965), Rondonópolis (38.571), Sinop (26.967), Sorriso (18.626), Tangará da Serra (17.892), Lucas do Rio Verde (15.788), Primavera do Leste (14.952), Cáceres (12.068) e Alta Floresta (11.465).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

Leia Também:  Quinta-feira (27): Mato Grosso registra 401.770 casos e 10.809 óbitos por Covid-19

O documento ainda aponta que um total de 402.742 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, não restam amostras em análise laboratorial.

Sistemas instáveis

Devido à instabilidade dos sistemas do Ministério da Saúde, não foi possível atualizar os dados do Ranking da Vacinação em Mato Grosso e nem o número de casos e óbitos da Covid-19 no país. Os dados serão atualizados e divulgados assim que forem restabelecidos os sistemas do Governo Federal.

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

Leia Também:  Mato Grosso registra 49 mortes e 1,5 mil novos casos em 24 horas

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: SES-MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

SAÚDE

Saúde cria sala de situação para monitorar hepatite aguda em crianças

Brasil tem 41 casos notificados da doença em nove estados

Publicados

em

O Ministério da Saúde instalou uma sala de situação para monitorar casos de hepatite aguda infantil de origem desconhecida. Segundo a pasta, a proposta é apoiar a investigação de casos da doença notificados em todo Brasil, além de levantar evidências para identificar possíveis causas para a enfermidade.

Na última atualização realizada pela Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério, 44 casos da doença haviam sido notificados no país. Desses, três foram descartados e os demais permanecem em monitoramento. Os casos foram reportados nos estados de São Paulo (14), Minas Gerais (7), Rio de Janeiro (6), Paraná (2), Pernambuco (3), Santa Catarina (3), Rio Grande do Sul (3), Mato Grosso do Sul (2) e Espírito Santo (1).

A sala de situação foi aberta nesta sexta-feira (13), vai funcionar todos os dias da semana e conta com a participação de técnicos da pasta, da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e de especialistas convidados.

Além de monitoramento, a sala vai padronizar informações e orientar os fluxos de notificação e investigação dos casos para todas as secretarias estaduais e municipais de saúde, bem como para os laboratórios centrais e de referência de saúde pública. “O objetivo também é contribuir para o esforço internacional na busca de identificação do agente etiológico responsável pela ocorrência da hepatite aguda de causa ainda desconhecida”, informou o ministério.

No último dia 10, a pasta participou de reunião com um grupo de especialista junto à Organização Mundial da Saúde (OMS) e representantes de oito países (Reino Unido, Espanha, Estados Unidos, Canadá, França, Portugal, Colômbia e Argentina) nas áreas técnicas de emergências em saúde pública, infectologia, pediatria e epidemiologia, para discutir evidências disponíveis até o momento.

Leia Também:  Os reflexos do uso da máscara na audição

Um dia antes, a pasta publicou uma nota técnica com orientação para secretarias estaduais e municipais de saúde sobre a notificação, a investigação e o fluxo laboratorial de casos prováveis de hepatite aguda de etiologia desconhecida em crianças e adolescentes. Como as evidências sobre a doença ainda são muito dinâmicas, a sala de situação deve atualizar periodicamente as orientações.

O que se sabe

A hepatite de origem desconhecida já acometeu crianças em, pelo menos, 20 países. A doença se manifesta de forma muito severa e não tem relação direta com os vírus conhecidos da enfermidade. Em cerca de 10% dos casos, foi necessário realizar transplante de fígado.

Segundo a OMS, mais de 200 casos, até o último dia 29, haviam sido reportados no mundo, a maioria (163) no Reino Unido. Houve relatos também na Espanha, em Israel, nos Estados Unidos, na Dinamarca, na Irlanda, na Holanda, na Itália, na Noruega, na França, na Romênia, na Bélgica e na Argentina. A doença atinge principalmente crianças com um mês de vida aos 16 anos. Até o momento, foi relatada a morte de um paciente.

Leia Também:  Empresa doa 5 mil caixas térmicas para transporte de vacinas | Agência Brasil

Em comunicado divulgado no dia 23 de abril, a OMS disse que não há relação entre a doença e as vacinas utilizadas contra a covid-19. “As hipóteses relacionadas aos efeitos colaterais das vacinas contra a covid-19 não têm sustentação pois a grande maioria das crianças afetadas não recebeu a vacinação contra a covid-19”.

Em nota divulgada no início de abril, a Agência Nacional de Saúde do Reino Unido, país com maior número de casos relatados, também informou que não há evidências de qualquer ligação da doença com a vacina contra o coronavírus. “A maioria das crianças afetadas tem menos de 5 anos, jovens demais para receber a vacina”.

Sintomas

De acordo com a Opas, braço da OMS nas Américas e no Caribe, os pacientes com hepatite aguda apresentaram sintomas gastrointestinais, incluindo dor abdominal, diarreia, vômitos e icterícia (quando a pele e a parte branca dos olhos ficam amareladas). Não houve registro de febre.

O tratamento atual busca aliviar os sintomas e estabilizar o paciente se o caso for grave. As recomendações de tratamento devem ser aprimoradas assim que a origem da infecção for determinada.

Os pais devem ficar atentos a sintomas como diarreia ou vômito e a sinais de icterícia. Nesses casos, deve-se procurar atendimento médico imediatamente.

O detalhamento dos sintomas da doença pode ser encontrado no site da Opas.

Fonte: Agência Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA