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SAÚDE

Sequelas ortopédicas pós-Covid preocupam ortopedistas

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O estudo “Skeletal Muscle Wasting and Function Impairment in Intensive Care Patients With Severe COVID-19”, realizado por médicos do Hospital Sírio Libanês em março de 2021, envolvendo pacientes de terapia intensiva com Covid-19 grave, revelou que a perda e a diminuição da força muscular ocorreram precocemente e rapidamente durante 10 dias de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), demonstrando a forte relação de dano na função do músculo esquelético nesses pacientes.

Associando os estudos às recorrentes queixas de pessoas que procuraram os consultórios ortopédicos em busca de recuperação muscular posterior à infecção pelo Coronavírus, a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) decidiu compartilhar recomendações a respeito dessa reabilitação em pacientes em uma condição de pós-Covid-19 e queixas ortopédicas.

Para o presidente da Comissão de Campanhas Públicas da SBOT Nacional, Jean Klay dos Santos Machado, as formas moderadas e graves do vírus têm gerado sarcopenia, que é a diminuição da musculatura chamada de massa magra. “Toda vez que essa condição ocorre, existe uma exposição das articulações à sobrecarga. Então, pacientes que já vinham com alguma doença osteoarticular, ficam mais sintomáticos diante de um quadro de sarcopenia”, afirma Jean Klay. Ele ainda reforça que quanto maior o processo inflamatório da Covid-19, maior será a repercussão na musculatura.

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Para o presidente da SBOT, secional Mato Grosso, Dr. Vitor Spalatti, a reabilitação muscular deve se iniciar ainda enquanto os pacientes estão no hospital. “A Covid-19 é uma doença viral sistêmica, ou seja, que afeta o organismo como um todo, e que pode se apresentar em sua forma leve, moderada, grave ou crítica. Por isso, é importante iniciar essa recuperação rapidamente, com movimentos realizados no leito e/ou caminhadas curtas, mantendo sempre os cuidados precoces”, declara.

Para aqueles que não tiveram a doença, salienta-se a relevância de manter um adequado condicionamento muscular. “Além de estar associado com quadros mais leves da doença no caso de uma eventual infecção por Covid-19, a boa saúde dos músculos vai certamente facilitar a recuperação”, conclui Jean Klay.

Fotos: Pixabay

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SAÚDE

Brasil recebe mais 936 mil doses de vacinas da Pfizer contra a covid-19

Trata-se da terceira e última remessa de 2,4 milhões de doses entregues pela farmacêutica na última semana.

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A Pfizer entregou hoje ao Brasil mais 936 mil doses da vacina contra covid-19. O avião com os lotes do imunizante pousou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), na manhã de hoje.

De acordo com a farmacêutica, as entregas desta semana fazem parte do acordo firmado em 19 de março, de disponibilização de 100 milhões de vacinas ao Brasil até o final do terceiro trimestre deste ano.

Com a remessa de hoje, já são 17 lotes recebidos pelo país por esse contrato, totalizando 13 milhões de doses.

Em maio, o Ministério da Saúde e o laboratório assinaram um segundo contrato que prevê mais 100 milhões de doses para o país, com previsão de chegada até dezembro de 2021, totalizando a entrega de 200 milhões de doses ao Brasil.

No último domingo (20), o Brasil recebeu um lote com 842,4 mil doses da vacina da farmacêutica compradas pelo consórcio Covax Facility, uma aliança liderada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

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* Com informações da Agência Brasil

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