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Baby Shark Dance se torna o vídeo mais assistido da história do Youtube

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Baby Shark
Reprodução: iG Minas Gerais

Baby Shark

Sensação mundial entre o público infantil, o “Baby Shark Dance” ultrapassou a marca de 7.043 bilhões de visualizações e já é o vídeo mais assistido da história do Youtube.

A produção da empresa sul-coreana Pinkfong desbancou o cantor Luis Fonsi, que liderava com o hit “Despacito”.

A diferença atualmente entre os videoclipes é de 4 milhões. “Despacito” foi lançado em 2017 por Fonsi em parceria com Daddy Yankee e se tornou um sucesso absoluto, tendo vencido cinco Billboard Music Awards, seis Billboard Latin Music Awards, quatro Latin Grammy Awards e vários outros.

“Baby Shark”, por sua vez, chegou às plataformas em junho de 2016 e se tornou viral no mundo inteiro, tendo aparecido até mesmo nas listas da Billboard. Com uma coreografia contagiante, surgiu em 2017 o Baby Shark Challenge, que desafiava as pessoas a fazer a dança e publicar nas redes

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TECNOLOGIA

Cientistas desenvolvem o menor chip do mundo que pode ser injetado no corpo com agulha

O novo dispositivo é tão minúsculo que é comparado a um grão de sal e, no futuro, poderá ser usado para monitorar processos corporais por meio de ultrassom

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Engenheiros da Universidade de Columbia (EUA) desenvolveram o menor chip sem fio do mundo com finalidades médicas, um dispositivo do tamanho de um minúsculo grão de sal, que poderia no futuro ser introduzido no corpo humano com uma agulha hipodérmica para monitorar condições clínicas.

“Queríamos ver até onde poderíamos empurrar os limites para construir o menor chip funcional possível. É uma ideia nova de chip como sistema: um chip que, por si só, é um sistema eletrônico em pleno funcionamento”, disse o líder do estudo, Ken Shepard.

O novo chip ocupa um volume total inferior a 0,1 mm³. Como mostra a imagem abaixo, seu volume é tão pequeno que pode ser injetado facilmente com uma agulha. A equipe usou ultrassom para carregar dados e se comunicar com o dispositivo sem usar fios.

Os pesquisadores fizeram uma “antena” que é instalada diretamente no topo do chip, onde são capazes de carregar dados e até se comunicarem com ele. Tanto o carregamento quanto a comunicação ocorrem por meio de ultrassom.

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“Isso é revolucionário para o desenvolvimento de dispositivos médicos implantáveis sem fio miniaturizado que podem detectar coisas diferentes, ser usados em aplicações clínicas e, em última análise, ser aprovados para uso humano”, afirmou o pesquisador Shepard.

O objetivo dos pesquisadores é desenvolver chips que possam ser injetados no corpo com uma agulha hipodérmica (que consegue alcançar os músculos) e, uma vez dentro do corpo, se comuniquem com o exterior por meio de ultrassom, fornecendo os dados que coleta localmente.

Os dispositivos atuais que foram criados medem a temperatura corporal, mas existem muitas outras possibilidades nas quais a equipe está trabalhando. O estudo foi publicado na revista Science Advances.

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