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TECNOLOGIA

Globoplay e Disney+ anunciam assinatura única; veja se compensa

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Globoplay e Disney+ terão plano único

O Globoplay anunciou, nesta terça-feira (3), um plano mensal único entre o serviço de streaming e o Disney+ . Ambos poderão ser assinados por R$ 37,90 ao mês no plano anual. Em preço promocional, a plataforma da Disney está sendo ofertada em pré-venda por R$ 237,90 ao ano .

A partir desta terça-feira,  já é possível se cadastrar para a assinatura dupla de Globoplay e Disney+, que será disponibilizada a partir do dia 17 de novembro, no lançamento do novo streaming .

A plataforma da Disney poderá ser assinada junto com o streaming da Globo em quatro opções de assinaturas. São elas:

Disney+ e Globoplay

  • Mensal: R$ 43,90 por mês
  • Anual: R$ 454,80 ou em até 12 X R$ 37,90

Disney+ e Globoplay + canais ao vivo 

  • Mensal: R$ 69,90 por mês
  • Anual: R$ 718,80 ou em até 12 x R$ 59,90
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No plano mensal , a assinatura do Globoplay é de R$ 22,90, enquanto a do Globoplay mais os canais ao vivo sai por R$ 49,90. Isso significa que o Disney+ sairia, respectivamente, por R$ 21 e R$ 20. A assinatura mensal da novidade será R$ 27,90. Economia entre R$ 6,90 e R$ 7,90 ao mês.

Já no plano anual , o pacote padrão do Globoplay sai por R$ 238,80, enquanto o pacote com canais ao vivo sai por R$ 514,80. Nesse caso, o Disney+ sairia, respectivamente, por R$ 216 e R$ 204. A assinatura anual do streaming da Disney custará R$ 279,90 depois do período promocional. Economia entre R$ 63,90 e R$ 75,90 ao ano, ou R$ 5,30 e R$ 6,30 ao mês.

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TECNOLOGIA

Cientistas desenvolvem o menor chip do mundo que pode ser injetado no corpo com agulha

O novo dispositivo é tão minúsculo que é comparado a um grão de sal e, no futuro, poderá ser usado para monitorar processos corporais por meio de ultrassom

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Engenheiros da Universidade de Columbia (EUA) desenvolveram o menor chip sem fio do mundo com finalidades médicas, um dispositivo do tamanho de um minúsculo grão de sal, que poderia no futuro ser introduzido no corpo humano com uma agulha hipodérmica para monitorar condições clínicas.

“Queríamos ver até onde poderíamos empurrar os limites para construir o menor chip funcional possível. É uma ideia nova de chip como sistema: um chip que, por si só, é um sistema eletrônico em pleno funcionamento”, disse o líder do estudo, Ken Shepard.

O novo chip ocupa um volume total inferior a 0,1 mm³. Como mostra a imagem abaixo, seu volume é tão pequeno que pode ser injetado facilmente com uma agulha. A equipe usou ultrassom para carregar dados e se comunicar com o dispositivo sem usar fios.

Os pesquisadores fizeram uma “antena” que é instalada diretamente no topo do chip, onde são capazes de carregar dados e até se comunicarem com ele. Tanto o carregamento quanto a comunicação ocorrem por meio de ultrassom.

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“Isso é revolucionário para o desenvolvimento de dispositivos médicos implantáveis sem fio miniaturizado que podem detectar coisas diferentes, ser usados em aplicações clínicas e, em última análise, ser aprovados para uso humano”, afirmou o pesquisador Shepard.

O objetivo dos pesquisadores é desenvolver chips que possam ser injetados no corpo com uma agulha hipodérmica (que consegue alcançar os músculos) e, uma vez dentro do corpo, se comuniquem com o exterior por meio de ultrassom, fornecendo os dados que coleta localmente.

Os dispositivos atuais que foram criados medem a temperatura corporal, mas existem muitas outras possibilidades nas quais a equipe está trabalhando. O estudo foi publicado na revista Science Advances.

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