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Pouco espaço no celular? WhatsApp lança ferramenta para ajudar

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WhatsApp lança ferramenta para otimizar armazenamento

Para melhorar a maneira com que os usuários gerenciam o armazenamento de itens recebidos no mensageiro, o WhatsApp  decidiu redesenhar sua ferramenta para liberação de espaço. Agora, a empresa informa que será mais fácil encontrar e excluir arquivos que ocupam muita memória do smartphone.

De acordo com a plataforma, a nova ferramenta deve chegar para “usuários do mundo todo nesta semana”. Para acessá-lo, os utilizadores podem entrar diretamente na parte de “Configurações > Uso de dados e armazenamento > Gerenciar Armazenamento”.

Atualmente, a ferramenta que cuida do armazenamento simplesmente classifica todas as conversas disponíveis de acordo com a quantidade de espaço que ocupam, listando o número de mensagens, fotos, GIFs e vídeos em cada bate-papo.

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No entanto, a funcionalidade disponível não oferece uma maneira de navegar pelo conteúdo para selecionar apenas o que quer apagar. Isso é particularmente importante caso seja necessário limpar a conversa de um grupo de família sem perder fotos importantes, por exemplo.

Em comparação, a nova ferramenta exibe miniaturas de conteúdo para que seja selecionado apenas o que se quer de fato excluir. Além disso, tudo é agrupado por categorias, incluindo “Encaminhado muitas vezes” e “Maior que 5 MB”.

Como citado, o recurso deve aparecer esta semana para usuários do mensageiro . Para verificar se a funcionalidade já está disponível, basta se certificar que a última versão do WhatsApp  foi baixada e instalada. Para verificar, visite a loja de aplicativos do seu smartphone.

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TECNOLOGIA

Cientistas desenvolvem o menor chip do mundo que pode ser injetado no corpo com agulha

O novo dispositivo é tão minúsculo que é comparado a um grão de sal e, no futuro, poderá ser usado para monitorar processos corporais por meio de ultrassom

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Engenheiros da Universidade de Columbia (EUA) desenvolveram o menor chip sem fio do mundo com finalidades médicas, um dispositivo do tamanho de um minúsculo grão de sal, que poderia no futuro ser introduzido no corpo humano com uma agulha hipodérmica para monitorar condições clínicas.

“Queríamos ver até onde poderíamos empurrar os limites para construir o menor chip funcional possível. É uma ideia nova de chip como sistema: um chip que, por si só, é um sistema eletrônico em pleno funcionamento”, disse o líder do estudo, Ken Shepard.

O novo chip ocupa um volume total inferior a 0,1 mm³. Como mostra a imagem abaixo, seu volume é tão pequeno que pode ser injetado facilmente com uma agulha. A equipe usou ultrassom para carregar dados e se comunicar com o dispositivo sem usar fios.

Os pesquisadores fizeram uma “antena” que é instalada diretamente no topo do chip, onde são capazes de carregar dados e até se comunicarem com ele. Tanto o carregamento quanto a comunicação ocorrem por meio de ultrassom.

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“Isso é revolucionário para o desenvolvimento de dispositivos médicos implantáveis sem fio miniaturizado que podem detectar coisas diferentes, ser usados em aplicações clínicas e, em última análise, ser aprovados para uso humano”, afirmou o pesquisador Shepard.

O objetivo dos pesquisadores é desenvolver chips que possam ser injetados no corpo com uma agulha hipodérmica (que consegue alcançar os músculos) e, uma vez dentro do corpo, se comuniquem com o exterior por meio de ultrassom, fornecendo os dados que coleta localmente.

Os dispositivos atuais que foram criados medem a temperatura corporal, mas existem muitas outras possibilidades nas quais a equipe está trabalhando. O estudo foi publicado na revista Science Advances.

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