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Streaming de R$ 27,90 viraliza no Twitter e internautas perguntam: é o dólar?

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Unsplash/Kon Karampelas

Disney+ vira um dos assunto mais comentados no Twitter

O Disney+ iniciou, nesta terça-feira (3), a pré-venda da sua assinatura no Brasil . A plataforma de streaming da gigante do entretenimento já pode ser assinada no plano anual por R$ 237,90, o eqivalente a R$ 19,82 por mês. O serviço começa a operar no país no dia 17 de novembro.

No entanto, esse é o valor promocional, que se encerra no próximo dia 16. Depois da pré-venda, o plano anual passará a custar R$ 279,90 (o que representa R$ 23,32 por mês), enquanto o mensal terá valor de R$ 27,90 .

Rapidamente, o preço se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter nesta terça-feira. Alguns usuários reclamam do valor alto, dizendo que conseguem assistir aos títulos de graça por métodos que envolvem a pirataria . Outros internautas, porém, avaliam que o streaming vai sair mais barato do que um plano equivalente na Netflix

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Mas o que não faltou foram as piadas a respeito do tema. Muitos internautas disseram que, quando viram o preço de R$ 27,90 dentre os assuntos mais comentados no Twitter , pensaram que estavam falando do preço do dólar ou do arroz . Confira a repercussão:





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TECNOLOGIA

Cientistas desenvolvem o menor chip do mundo que pode ser injetado no corpo com agulha

O novo dispositivo é tão minúsculo que é comparado a um grão de sal e, no futuro, poderá ser usado para monitorar processos corporais por meio de ultrassom

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Engenheiros da Universidade de Columbia (EUA) desenvolveram o menor chip sem fio do mundo com finalidades médicas, um dispositivo do tamanho de um minúsculo grão de sal, que poderia no futuro ser introduzido no corpo humano com uma agulha hipodérmica para monitorar condições clínicas.

“Queríamos ver até onde poderíamos empurrar os limites para construir o menor chip funcional possível. É uma ideia nova de chip como sistema: um chip que, por si só, é um sistema eletrônico em pleno funcionamento”, disse o líder do estudo, Ken Shepard.

O novo chip ocupa um volume total inferior a 0,1 mm³. Como mostra a imagem abaixo, seu volume é tão pequeno que pode ser injetado facilmente com uma agulha. A equipe usou ultrassom para carregar dados e se comunicar com o dispositivo sem usar fios.

Os pesquisadores fizeram uma “antena” que é instalada diretamente no topo do chip, onde são capazes de carregar dados e até se comunicarem com ele. Tanto o carregamento quanto a comunicação ocorrem por meio de ultrassom.

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“Isso é revolucionário para o desenvolvimento de dispositivos médicos implantáveis sem fio miniaturizado que podem detectar coisas diferentes, ser usados em aplicações clínicas e, em última análise, ser aprovados para uso humano”, afirmou o pesquisador Shepard.

O objetivo dos pesquisadores é desenvolver chips que possam ser injetados no corpo com uma agulha hipodérmica (que consegue alcançar os músculos) e, uma vez dentro do corpo, se comuniquem com o exterior por meio de ultrassom, fornecendo os dados que coleta localmente.

Os dispositivos atuais que foram criados medem a temperatura corporal, mas existem muitas outras possibilidades nas quais a equipe está trabalhando. O estudo foi publicado na revista Science Advances.

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