Coronavirus

VG é o primeiro município de MT a acolher o decreto de Mendes e vai “fechar tudo” por 10 dias

Publicados

em

Em nota a imprensa, na manhã desta sexta-feira (26), a assessoria do prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), informou que o chefe do Executivo Muncipal irá acatar o decreto do governador Mauro Mendes (DEM).

Informações de bastidores apontam que Mendes esteve com o prefeito de Várzea Grande, Jayme e Júlio Campos, na noite desta quinta (25), e fez o pedido em particular. O anúncio oficial da medida deve ser feito ainda hoje.

Várzea Grande é o primeiro município de Mato Grosso a acolher o decreto editado pelo governador. A cidade vizinha da capital tem hoje 19.011 infectados e 785 mortos pela Covid-19, segundo o boletim da Secretaria de Saúde de Mato Grosso.

Em todo estado já são 297.712 casos confirmados da Covid-19, sendo registrados 7.168 óbitos em decorrência do coronavírus.

Neste momento, Kalil está reunido com os demais membros do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus para definir os detalhes do decreto.

O novo decreto estadual publicado na tarde desta quinta-feira recomenda que Cuiabá e Várzea Grande realizem quarentena obrigatória e fechem por 10 dias, baseado na tabela de classificação de risco. Mauro Mendes manteve as medidas de restrições como fechamento do comércio às 20h e toque de recolher a partir das 21h, mas aumentou as restrições para cada município dependendo da classificação que é dividida em quatro níveis, sendo: baixo, moderado, alto e muito alto.

Leia Também:  LG lança o Wing, primeiro smartphone com tela giratória

Atualmente Cuiabá e mais 49 municípios possuem risco muito alto de contágio com o novo coronavírus. No novo decreto, os municípios em risco ‘muito alto’ são orientados a decretar quarentena coletiva obrigatória por 10 dias, podendo prolongar a quarentena mediante reavaliação da autoridade competente.

É também orientado o controle do perímetro da área de contenção, por barreiras sanitárias, para triagem da entrada e saída de pessoas, ficando autorizada apenas a circulação com o objetivo de acessar e exercer atividades essenciais. Outra medida sugerida é a suspensão de aulas presenciais em creches, escolas e universidades.

Somente as atividades essenciais serão permitidas durante o período de quarentena, como mercados, farmácias, postos de combustíveis, hospitais entre outros. O decreto também especifica que as medidas são orientativas, ou seja, ficarão a cargo de cada gestor do município.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Coronavirus

Emanuel cumprirá decisão do TJ e quarenta obrigatória começa na 4ª feira em Cuiabá

Publicados

em

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), anunciou que vai cumprir a decisão judicial que obriga a adoção de quarentena obrigatória na Capital. O decreto nº 8.372 de 2021 começa a vigorar na próxima quarta-feira (31) e tem validade por 10 dias, até o dia 9 de abril. Apesar de acatar a determinação, o gestor adicionou às exceções uma lista de atividades comerciais que não constam na normativa estadual que embasou a decisão na Justiça.

Segundo o entendimento do gestor, algumas regras previstas pelo decreto do Estado nº 874/2021 não poderiam ser quebradas. É o caso das aulas em sistema híbrido, que ficam suspensas a partir de quarta (31). Por outro lado, Emanuel Pinheiro enxergou uma “brecha” que segundo ele, permite que todo o comércio varejista funcione como atividade essencial.

Na prática, o decreto nº 8.372 de 2021 não proíbe as atividades econômicas, mas escalona os horários conforme o decreto estadual. Isto é, todos os segmentos terão o funcionamento permitido no máximo até as 20 horas no período de segunda a sexta-feira. Além das atividades adicionadas pelo prefeito, também estão liberadas todas as 54 atividades essenciais listadas no decreto federal 10.282 de março de 2020, que pode ser acessado aqui.

Leia Também:  Mato Grosso é Estado com maior programa de infraestrutura rodoviária em andamento

Apesar da decisão da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas, dizer explicitamente que os prefeitos não estão autorizados a flexibilizar o decreto estadual, Emanuel Pinheiro defendeu que a lista de atividades essenciais não se enquadra à regra. Segundo ele, a decisão também feriu o estado democrático de direito e a autonomia do município.

“Depois de um ano em uma ação muito discutida com nossas equipes, entendemos que é hora de conviver com o vírus, não é hora de decretar lockdown e aí começam os desencontros, vem toda essa trapalhada do governo do Estado que acabou sendo o motivo para que o Ministério Público acionasse o município de Cuiabá em uma ação que eu acho que viola o estado democrático de direito, a autonomia do município”, declarou.

O prefeito também citou o incremento que tem feito em relação à assistência médica aos pacientes com Covid-19 na Capital, como a abertura de leitos e a transformação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em unidades exclusivas para o atendimento desses casos. O mesmo aconteceu na Policlínica do Verdão e Hospital São Benedito. Na última semana, entretanto, todas as UPAs chegaram a ficar com o atendimento suspenso devido à superlotação.

Leia Também:  Famílias carentes da Associação Boas Novas são atendidas com doações

Ainda que considerada uma das capitais com menos número de casos e de mortes na primeira onda da pandemia, Cuiabá rapidamente evoluiu e na segunda onda de Covid-19 é considerada a terceira Capital mais letal quando o assunto é a doença, segundo levantamento publicado pela Exame. O prefeito, entretanto, garante que é possível conviver com o vírus de forma segura.

“Temos que conviver e aprender a conviver com o novo normal, aprender a conviver com o vírus, respeitando as medidas de biossegurança. É possível conviver com o vírus se protegendo. O que orienta a prefeitura é que, se você puder, fique em casa. Agora se não puder, se você tem que trabalhar, trabalhe, mas trabalhe com segurança. Não é justo aqueles que trabalham corretamente pagarem por aqueles que desrespeitam e descumprem as medidas de biossegurança”, finalizou.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA